quinta-feira, 30 de junho de 2016

Em Busca do Prazer

Entrei timidamente naquele lugar. Era a primeira vez em minha vida que procurava por uma profissional do sexo, estava um pouco nervoso. Falei com a recepcionista do lugar e ela me falou:
- Quarto 13.
-Obrigado, agradeci meio que de cabeça baixa por causa da timidez. Caminhei a passos lentos em direção ao quarto citado e preferi não acender a luz. Fiquei na cama parado, esperando minha acompanhante chegar. Quando vi a porta do quarto se abrir sussurrei “não acenda a luz, por favor”. A pessoa que entrara no quartom então, não disse uma palavra sequer, apenas parou um pouco, acho que ajeitava algo em sua roupa, eu não via quase nada. Então, sem dizer uma palavra, senti aquele alguém tocar minha barriga, desceu minha cueca Box e começou a sugar meu pênis avidamente. Comecei a delirar de prazer, aquela sensação era maravilhosa, nunca sentira meu pênis na boca de ninguém antes e me segurava para não gritar de tanto prazer. Com o passar de alguns minutos me senti a vontade para acariciar o corpo de quem me proporcionava tamanho prazer e quando toquei aquele busto senti que quem me chupava não era uma mulher, ERA UM HOMEM!
        Fiquei apavorado com aquela situação, estava fazendo sexo com um homem e apenas depois de totalmente envolvido e gostando, depois de 4 minutos apenas fui perceber que estava fazendo sexo com um homem. Tentava apenas esquecer e aproveitar aquela sensação incrível, mas meu ‘pudor’ falou mais alto, então sussurrei para meu contratado:
-Eu não contratei um homem, eu escolhi a Ariel.
Ele então desvinculou-se de meu membro e disse:
- Eu sou Ariel.
-Você usa nome de mulher? Isso é propaganda enganosa. – falei.
- Esse é meu nome verdadeiro.
- Não acredito. E agora? Eu não sou gay, ta?
- Posso acender a luz? Perguntou Ariel, percebi a frustração na sua voz. Peguei o cobertor e me cobri, consentindo para que ele acendesse a luz. Quando vi, Ariel, realmente fiquei encantado. Ele era um jovem muito bonito: Branco, cabelos e olhos castanhos, razoavelmente malhado, uma média estatura e tinha uma tatuagem tribal enorme nas costas. A beleza daquele jovem homem me fez repensar no que eu acabara de falar, então sussurrei:
- Mas já que estamos aqui, podemos continuar, não acha?
Ariel deu um pequeno sorriso de contentamento, acho que também gostava do que estávamos fazendo, ele então perguntou:
- posso deixar a luz acesa? Eu trabalho melhor quando estou vendo o que estou fazendo.
- Tudo bem, disse eu, me ajeitando para recebê-lo novamente, e tirando timidamente o cobertor de cima de mim. Arial voltou ao que fazia antes, dessa vez eu estava mais excitado ao ver quem estava engolindo suavemente meu pênis. Simplesmente delirava. Foi quando me imaginei pedindo para fazer algo que nunca ia pedir na minha vida, perguntei Ariel se eu podia chupá-lo. Ele aparentou leve surpresa e disse, sim pode, você é quem manda. Ele então sentou-se no sofá e eu timidamente ajoelhei-me e segurei seu pênis desajeitadamente colocando-o na minha boca. Comecei gostar quando ele começou a se contorcer de prazer então vacilei ao tentar enfiar tudo de uma vez em minha garganta e quase me engasguei. Ele riu sem maldade e disse: - Tá na cara que você não tem experiência nisso, vai com calma.
Continuei lambendo seu pênis por mais alguns minutos, mas, estava muito afim de penetrá-lo então, na mesma poisção em que estava, de joelhos, me levantei já com o meu pênis em direção a seu ânus. Levantei suas pernas de modo com que ficassem nos meus ombros e vagarosamente, comecei a socá-lo. Tive algumas dificuldades em conseguir fazer meu pênis entrar por aquele pequeno orifício então lambi seu ânus, introduzindo minha língua dentro –coisa que eu só havia visto antes em filmes eróticos- . Ele lambia o próprio joelho enquanto eu lambia seu cu e ele dava gemidos de prazer que me arrepiavam de tão sexy e sugestivos que eram, também acariciava meu cabelo e fazia caras e bocas que eu achei adoráveis. Levantei-me, dei-lhe um beijo na boca e comecei novamente a tentar penetrá-lo. Meu pênis deslizou através de minha saliva espalhada por seu cu e entrei facilmente, invadi meu Ariel. Ele gemeu um gemido que não distingui se era mais de dor ou de Prazer, Eu também gemi, aquela sensação de invadi-lo foi a melhor coisa que senti na minha vida até aquele momento. Poderia ficar dentro dele pra sempre.
Eu entrava e saía de dentro de Ariel loucamente, como se fosse a nossa última vez, me senti como um louco, um nômade no deserto numa fonte após dias sem água saciando a sua sede. E quanto mais eu me esforçava para entrar dentro daquele ser, mais ele gemia e ouvir aqueles gemidos me inspiravam a querer mais. O ritmo era perfeito, o barulho de minhas bolas batendo em suas nádegas, nossa respiração cada vez mais ofegante, nossos corações acelerados e nos

O susto

Alguns meses depois que estive na chácara com o Otavio, - leia Feriadão prolongado - ele passou em casa e novamente convidou-me a ir lá de novo ao próximo final de semana, aceitei na hora e marcamos a hora de saída. Sexta a noite ele chegou e rumamos para lá, chegamos por volta das vinte e uma horas, o caseiro e sua esposa já nos aguardava. Jantamos, conversamos um pouco e fomos dormir, ou melhor, trabalhar com o rabinho guloso. Tomei um bom banho, preparei-me e esperei o Otavio na cama com a bundinha para cima, ele saiu do banho e veio com a ferramenta no ponto, dura e pulsante, deitou-se ao meu lado e começou a morder minhas nadegas, a chupar o meu cuzinho, eu rebolava de prazer. Otavio passou gel no seu pau e no meu rabinho, deitou-se em cima de mim, direcionou a verga no orifício e empurrou devagar, eu levantava a bunda, abria ao maximo minhas pernas, e a dengosa abria caminho pelo meu túnel. Enquanto ela deslizava suavemente, eu rebolava e falava coisas deliciosas que ajudavam no desempenho. Atola tudo nesse cu gostoso, vai força nessa vara, é isso que você queria, então aproveita, meu cuzinho adora sua rola, bomba Otavio, massageia que ele gosta, e por ai ia à enxurrada de palavras que eu dizia, mas escutava também ele a falar, você gosta de dar o rabinho safado, eu gosto de comer seu cu, vou arregaçar esse rabo hoje, isso mexe bastante, rebola na vara, morde meu pau, isso, que gostoso. Terminávamos uma já começávamos outra e assim foi ate cansarmos e dormirmos, lambuzados e melados, acordamos com o barulho que a caseira fazia limpando a casa, tomamos um belo banho juntos, onde fiz questão que ele esfregasse minhas costas, enquanto eu pegava o sabonete que muito escorregadio caia a toda hora. Tomamos café e fomos andar pela chácara, a procura de frutas, e nessa andança toda, chegávamos a lugares lindos, na hora registrávamos o local, e numa dessa, chegamos numa área bem arborizada com uma bela grama, e muitas arvores frutíferas, tiramos a roupa e fomos registrar e inaugurar o local. Deitei-me peladinho na grama ergui um pouco o rabo, Otavio veio por traz aprumou a flecha no alvo e forçou, eu sentia a entrada, o peso dele forçava-me a deitar, e ajudava a verga a deslizar, quando acabou de deitar-se em minhas costas, vimos uma enorme cobra rastejando-se vindo em nossa direção, ele falou baixinho ao meu ouvido, fique quieto não se mexa, que ela vai embora sem nos atacar. Eu estava apavorado, com uma cobra no rabo e outra próxima de minha cabeça, ficamos completamente estáticos, ela ficou por alguns instantes bem próximos de nos, depois, virou-se e foi embora. Esperamos ela estar bem longe para nos mexer e falar, e foi ai que percebemos o tamanho do susto, a vara não estava mais dentro de mim, estava escondida dentro do meu rego, meu cuzinho estava travado que nem vento saía, estávamos com frio em pleno sol. Começamos a rir da situação, estava difícil fazer o pau do Otavio voltar a endurecer de novo, batizamos o local com o nome, sucuri, as duas cobras eram grandes, saímos dali e fomos caminhar de novo. Sentamos em baixo de uma arvore, ficamos conversando sobre um monte de coisas e Otavio falou que gostaria de ter uma chácara ou sitio onde pudesse passar os fins de semana, eu me prontifiquei em ir batizar os locais. Ele riu e começou os amasso eu fui direto mamar naquela enorme teta que sempre me dava um leitinho gostoso. Mas, mamei pouco, meu cuzinho falou mais alto, e lubrificado com a saliva do Otavio que o tinha chupado, sentei e desci, ate sentar-me em seu colo. Cavalguei a vontade, depois acabei ficando por baixo e ele acabou de fincar a tora com toda a força e jogou uma enorme quantidade de leite dentro do meu cuzinho. Assim passamos o dia, eu estava doido para ficar a sos com o caseiro, acho que ele também, à noite, numa chance que apareceu ele falou que iria arrumar um jeito para nos. No domingo, logo que levantamos e estávamos tomando café dona Marta avisou-nos que o Antenor seu marido ia levá-la ate a cidade, com a carroça para fazer compras, talvez demorasse um pouco e com isso atrasaria o almoço.Otavio sempre muito solicito prontificou-se em levá-la de carro e perguntou se eu também queria ir, falei que não, ficaria e tentaria ajudar no que fosse possível o Antenor em sua lida diária. Mal eles saíram fomos alimentar os animais e levei no rabo depois que colocamos ração para os cavalos, no mangueirão os porcos me viram eu tomando no coxo, e no galpão eu fiquei de frango assado e o caseiro apreciou o seu prato predileto. Pelados e sentados em cima dos fardos de alfafa, brincamos muito, mamei no pau do caseiro e tomei o seu caldinho, depois mais uma vez ele aprumou seu foguete e veio preencher o vazio que reinava no meu túnel. Socou como mestre, enterrou tudo e ficou no vai e vem massageando o já calejado cu que gosta de estar sempre à disposição de uma boa e saudável vara. Encheu-me o rabo de leite e ficou deitado em cima de mim esfregando-se em minha bundinha, gordinha e apetitosa conforme ele mesmo disse. Estávamos tão entretidos na farra que não ouvimos o barulho do carro, só quando o Otavio buzinou quase na porta do galpão e que pulamos e nos vestimos e cada um pegou alguma coisa para mostrar que estávamos trabalhando. Ajudamos a descarregar o carro, dona Marta foi fazer o almoço, eu estava todo suado, de agüentar a super rola do caseiro, fui tomar uma ducha e Otavio me acompanhou, mas, não deixei cair o sabonete desta vez. Descansei um pouco na rede, almoçamos, e fomos, eu e o Otavio, caminhar um pouco, chegamos ate a cachoeira. Otavio sugeriu que tomássemos um banho naquela água gelada, para descansar o corpo, tiramos a roupa, ele como sempre gosta de fazer juntou-me pelas nadegas e começou apertá-las chegando a ficar de pau duro. Eu me fiz de rogado e pulei na água, ele foi atrás, mas, como estava gelada a água o bilau não resistiu à temperatura e ficou encolhido igual coruja em cima do toco. Comecei a tirar um sarro disso e a rir, ele falou que assim que endurecesse eu ia ver o que é tomar um ferro na bunda. Rimos a vontade, brincamos muito na água, e assim que saímos e nos vestimos, vimos outra cobra deslizar pela areia e entrar na água. Eta semana de susto, saímos dali rapidinho e ao chegar a casa o café da tarde já estava na mesa. Otavio mostrou-se cansado e adormeceu na rede, dona Marta foi cuidar dos seus filhos e fazer a janta para eles, o caseiro convidou-me para ajudá-lo e como bom escoteiro eu fui, fomos buscar lenha na mata. Ele já tinha cortado os pedaços e as deixou secar, fomos só para trazê-las, mas, antes eu peguei num pau duro e grosso, chupei um pouco e depois suei de novo ao guardá-lo no meu guloso cuzinho. O caseiro não cansa de elogiar o meu buraquinho e enfia sua tora ate o talo, sinto que meu cu fica no extremo, muito arreganhado, e para ajudá-lo na entrada faço força como se estivesse evacuando e assim a guardo por inteiro, mas, acabo suando, depois é só rebolar com a tora atolada. Juntamos a lenha, fizemos uma trouxa amarramos em uma vara comprida e a carregamos ate a casa. Otavio estava dormindo na rede nem viu sairmos e nem chegarmos, minha parte de rola já estava completa, meu cuzinho estava dolorido, por agüentar a tora muitas vezes. Otavio levantou tomamos café arrumamos as coisas nos despedimos e pegamos a estrada para a volta, mas, já estamos planejando a próxima visita a chácara. Adorei as cobras, depois eu conto mais.

Certa vez

Certa vez, sai para ir ate uma banca de jornal que há próxima de minha casa, a procura de um DVD. À medida que eu caminhava percebi que alguém me seguia. Sutilmente, olhei e percebi que era um morador próximo, conhecia-o de vista, nunca tínhamos conversado. Continuei minha caminhada agora mais lenta esperando que ele fosse passar por mim, mas, nada ele também diminuiu o ritmo. Fiquei atento, preocupado, imaginando o pior, e segui calmamente até chegar ao meu destino. Comecei a olhar as revistas, a ler os títulos dos jornais, na expectativa de que ele fizesse seu pedido e fosse embora. O jornaleiro veio atender-me, disse-lhe que poderia atender o rapaz eu não estava com pressa, estava olhando para ver se havia o que eu queria. Ao ser atendido, o rapaz sem a menor cerimônia, pediu dois DVDs pornô de relações anais. Estranhei a tremenda cara de pau, mas, fiquei na minha, ele pagou e ficou olhando as revistas e os jornais, e aos poucos foi se chegando a mim, fiquei sem chance de pedir o que eu queria, resolvi ir embora. Sai sem que ele percebesse, comecei a andar apressado, mas, logo escuto alguém correndo e chamando hei, hei, e acabou me alcançando. Poxa nem vi você sair, não achou o que queria? Posso saber o que você estava procurando? Se for algum DVD pode ser que eu tenha, tenho muitos faço coleção disso. Não obrigado, quer ver esses que comprei? Vamos ate minha casa terei prazer em mostrar-lhe os demais, e se for algum que esteja precisando terei o prazer de emprestar-lhe. Aquele rapaz estava insistindo muito, eu estava com uma vontade imensa de assistir os DVDs que ele tinha comprado, eram justamente esses DVDs que eu fui para comprar. Agora estava totalmente indeciso, ou ia até sua casa assisti-los e correr o risco de ser enrabado, ou suportar a enorme excitação que tomava conta de mim e que estava ruindo minha resistência a cada passo que eu dava. Meu cu piscava sem parar, sem perceber comecei a mexer mais os quadris ao andar, e ao chegar a uma esquina com terreno murado, mas, sem construção ele segurou-me e puxou-me para dentro do terreno e lá começou a morder meu pescoço, minha orelha, sua mão procurou logo minha bundinha, começou a apertá-la, fiquei sem forças e entreguei-me as suas caricias. Senti seu pau duro cutucar minhas coxas, ele virou-me fiquei prensado contra o muro enquanto ele se deliciava esfregando sua verga no meu rabinho. Falava no meu ouvido, sempre gostei de sua bunda, deve ser super gostosa, vou enfiar meu pau nela ate o talo, quero ver você rebolar no meu cacete e corria as mãos por todo o meu corpo, deixando-me cada vez mais excitado. Eu já estava gemendo baixinho de excitação, rebolando de encontro a sua verga, tentando encaixá-la no meu rego. Sentia no meu pescoço seu hálito quente, baixei a mão e segurei sua vara por cima da roupa e percebi que se tratava se um belo pau apertei massageei e com isso antecipei nossa saída dali e fomos para sua casa. Ele colocou um DVD e quando as imagens apareceram ele começou a tirar a roupa e pediu que eu ficasse a vontade. Pedi para ir ao banheiro e na volta ele já estava completamente pelado com sua verga dura, massageando-a. Notei um belo exemplar de rola, não sabia se olhava para as imagens de três gays fazendo de tudo, mamando, enfiando os dedos, levando vara no rabo, ou se apreciava o seu belo cacete a poucos centímetros de mim. Senti um arrepio e como um robô tirei a roupa fiquei peladinho também e abocanhei seu pau e mamei com gula. Ele se retorcia no sofá, eu dava um trato na ferramenta sugando-lhe a cabecinha provocando uma enorme excitação. De repente ele levantou-se, deixando-me completamente atônito sem saber o que tinha acontecido, voltou em seguida com um tubo de gel, lambuzou sua verga e o meu buraquinho. Apoiei as mãos no sofá e senti aquela tora encostar-se no meu cuzinho que foi recebendo-a. Ele empurrava a vara eu empurrava a bunda, e com isso a engoli todinha, pude sentir suas contrações e os jatos de leite que ela descarregava dentro do meu cuzinho. Fomos ao banheiro nos lavamos, nem percebemos que o vídeo tinha terminado, ele colocou de novo, ao voltar veio direto no meu pau e começou a chupá-lo deixando-o pronto para enrabá-lo. Lambuzou bastante seu orifício, começou a sentar nele e quando percebeu a entrada da cabeça, escorregou engolindo-o por inteiro, sentando em meu colo. Rebolava, gemia e pedia que eu bombasse no seu rabinho com força, queria sentir seu cu ser massageado. Sem tirar de dentro, viramos o corpo deixando-o de quatro no sofá, e finquei sem dó minha estrovenga no seu rabo. Fazia o movimento de vai e vem acelerado, ele não se continha, gemia e falava - vai caralho, come meu cu bem gostoso, isso, enterra tudo, eu gosto desse pau gostoso, quero mais- mas, não deu para aquentar muito, e logo o atarraquei e prensei-o contra o meu pau que despejou uma enorme quantidade de leite nele. Ele ficou deitado no sofá com a bundinha toda melada, fui lavar-me e na volta o DVD tinha terminado de novo.Só depois disso é que nos apresentamos, fiquei sabendo seu nome, Raul, trabalhava em uma grande empresa, mas, estava de ferias, e contou-me que gostava de comer e ser comido, e que a tempos vem me observando pensando em dar seu cuzinho para mim, nunca esperava que eu tambem fosse bisessual, agora combinamos e toda a semana vou ver DVDs em sua casa, mas, vai levar um tempo enorme para assistir a todos, eles terminam e não vemos. Ontem, quando lá estive ele pediu que eu o penetrasse com o pau lambuzado de geleia de morango, fiz mas, foi aquela meleca danada, eu bombava e a geleia escorria pela bunda, pelas pernas, pelo saco,lambuzou ate o sofa. Cu com sabor e cheiro de morango é muito bom, mas, a sujeira que faz só com banho para tirar. Depois dessa melecada, ele deitou-se de costas e eu o apreciei de frango assado, uma delicia, o cuzinho fica bem na direção do cacete e quanto mais voce enterra, mais ele rebola e o aperta com as pernas. Depois, acabei levando emprestado alguns DVDs para casa e assisto-os sosinho. Depois eu conto mais.

OS JAPAS BONS DE CAMA

GANHEI UMA VIAGEM DOS MEUS PAIS, POR TER CONCLUIDO A MINHA FACULDADE. UMA VIAGEM DE NAVIO PASSANDO POR ALGUNS PAISES DA EUROPA. ERA TUDO QUE EU QUERIA NAQUELE MOMENTO, MALAS PRONTAS E LÁ VAMOS NÓS COM DESTINO AO CAIS DO PORTO DE SANTOS. EMBARQUEI, ACENEI PARA A MULTIDÃO QUE FICAVA E ME DIRIGI AO MEU CAMAROTE.
EM UM DOS CORREDORES, INDO PARA O MEU CAMAROTE,DESAJEITADO COMO SEMPRE ESBARRO EM DOIS PASSAGEIROS ASSIATICOS QUE TAMBEM SE DIRIGIAM A SEUS CAMAROTES.DEMOS RISADAS DO ACONTECIDO, E ELES ME CONVIDARAM PARA EU IR AO CAMAROTE DELES, SIM!! OS DOIS VIAJAVAM JUNTOS.
CHEGANDO LÁ ME ESPANTEI COM O TAMANHO DO CAMAROTE, EM RELAÇÃO AO MEU. UM CAMAROTE AMPLO,BEM DECORADO E CONFORTAVEL,NÃO QUE O MEU NÃO FOSSE, APESAR DE PEQUENO ERA ACONCHEGANTE SIM...
ME OFERECERAM UMA BEBIDA, NOS APRESENTAMOS COMO DEVIA E PASSAMOS A CONVERSAR E A SABORIAR A BEBIDA. LÁ PELAS TANTAS, UM DELES QUE ESTAVA MAIS PERTO DE MIM PASSOU A MÃO EM MEU PAU. EU NEM ME IMPORTEI, E A BRINCADEIRA CONTINUOU, COM A AJUDA DO OUTRO.
AMBOS COMEÇARAM A ME CHUPAR E EM POUCO TEMPO EU ESTAVA PELADO SENDO DEVORADO POR AQUELES DOIS JAPAS. A SENSSAÇÃO ERA INDISCRITIVEL!! TENDO AQUELAS DUAS BOCAS SOBRE O MEU CORPO, ME LAMBENDO E ME CHUPANDO COMO SE EU FOSSE O MELHOR FRUTO DO MUNDO. MEUS URROS E GRITOS IA CADA VEZ MAIS ALTO, E ISSO OS DEXAVAM MAIS ACESSO DE TESÃO.
ENQUANDO UM LABIA MEU BEITO E ME BEIJAVA, QUASE AO MESMO TEMPO, O OUTRO ENFIAVA SUA LINGUA NO MEU CU. EU ME CONTORCIA EM DELIRIOS. EM UM DADO MOMENTO O MAIS FORTE DOS DOIS, JÁ COM SEU MASTRO DURO, ME OFEREÇE PARA QUE EU CHUPE, E EU SEM DEMORA ABOCANHO AQUELA ROLA TODINHA EM MINHA BOCA.
O OUTRO CONTINUAVA A CHUPAR MEU RABO, E AS VEZES ENFIANDO TAMBEM O DEDO. EU ESTAVA DE QUATRO, E UM NA MINHA FRENTE COM SUA ROLA TODINHA EM MINHA BOCA, O OUTRO COMO DISSE, LAMBENDO MEU CUZINHO E MORDENDO MINHA BUNDA.
O QUE CHUPAVA MEU CU, PASSOU PARA FRENTE PARA QUE EU CHUPASSE TAMBEM SUA ROLA, E O OUTRO FOI PARA TRAS DE MIM. UMA DEDADA NO MEU CU, E EM SEGUIDA SENTI SUA ROLA ENTRANDO EM MEU CU, TODA DE UMA VEZ, ARRANCANDO DE MIM UM SONORO HUMMMMMMMMM....
OS DOIS ESTAVA ME DEVORANDO AIND VIVO,S ENTERRADA DO QUE ESTAVA ME COMENDO ERAM CADENCIADAS E FORTES, COMO SE QUIZESSE ENTRAR TODO ELE DENTRO DE MIM. ESTOCADAS E MAIS ESTOCAS ERAM DADA EM MEU CUZINHO, E EU GEMENDO QUASE AOS BERROS.
O QUE EU ESTVA CHUPANO ACENOU PARA O QUE ESTAVA ME COMENDO, E EU SUPUS QUE ELE ESTAVA DISSENDO QUE NAQUELA HORA QUE ERA SUA VEZ, E ELES SE REVEZARAM. O QUE EU CHUPAVA FOI PARA TRAS DE MIM, E FEZ A MESMA COISA. ENTERROU SUA ROLA DE UMA SÓ VEZ EM MEU CU.
ESSE POR SUA VEZ, MAIS QUE O OUTRO ME ARRANCOU MAIS BERROS E URROS, POIS SUAS ENTERRADAS ERAM MAIS INTENSAS QUE O PRIMEIRO. NUNCA PENSEI EM SENTIR TANTA DOR E PRAZER AO MESMO TEMPO. AGORA ELE QUERIA METER EM MIM AO MESMO TEMPO. SENTEI EM UM DELES, E COMECEI A CAVALGAR, E O OUTRO FICOU OLHANDO ESPERANDO O MOMENTO CERTO PARA PODER PARTICIPAR.
DEPOIS DE O OUTRO AREGAÇAR MEU CU COM SUAS ENTERRADAS, O QUE ESTAVA ESPERANDO, SE DIRIGIU PARA JUNTO DE NÓS E COMEÇOU A ENTERRAR SUA ROLA NO MEU CU TAMBEM. AGORA ERAM AMBOS COM SUAS ROLAS ME FUDENDO A TODO VAPOR. A ESSA ALTURA OS GEMIDOS DOS TRÊS ERAM QUASE QUE UNISSOMO.
NUNCA TINHA DADO PARA DOIS AO MESMO TEMPO, ERA UMA EXPERIENCIA IMPAR, ATÉ AQUELE MOMENTO. NOSSO GRITOS E GEMIDOS CADA VEZ MAIS ALTO, FAZIA NOSSOS CORPOS VIBRAREM COMO UMA CANTORA LIRICA TENTANDO QUEBRAR UM COPO DE CRISTAL COM SEU SOM.
O APA QUE ESTAVA POR CIMA DE MIM FOI PARA BAIXO, E EU SENTEI EM SUA ROLA, E O OUTRO TOMO UM POUCO DE FOLEGO E LOGO ENERROU SUA ROLA TAMBEM EM MIM. AS ENTERRADA FORAM FICANDO MAIS FORTES E EU SUSPEITEI QUE AMBOS ESTAVAM PROXIMOS A GOZAREM, E ASSIM FOI..
SEUS CORPOS COMEÇARAM A TREMER EM UM ESPASMO ALUCINANTE, JUNTO COM AS CONTRÇÕES DO MEU CU MORDENDO SUAS ROLAS, E POR FIM TANTO ELES COMEU EU GOZAMOS, EM EMCIMA DE UM DELES E OS DOIS DENTRO DE MIM. CAIMOS ASSIM UM SOBRE O OUTRO E FICAMOS ATÉ NOSSOS CORPOS SACIADOS SE RECUPERAREM.
E DESSA FORMA FOI TODA A VIAGEM, O TEMPINHO QUE TINHAMOS CORRIAMOS PARA O QUARTO PARA NOVAS HORAS DE SEXO E PRAZER. CONSEGUI DAR CONTA DOS DOIS JAPAS INSACIAVEIS, E ELES ASSI FICARAM CONTENTES COM MINHA DISPOSIÇÃO....

Aconteceu na biblioteca

Depois de dois meses trabalhando com o Dr. Wilian, arrumando sua biblioteca (leia O segundo patrão), ainda faltava muita coisa para arrumar e catalogar, mas como não havia pressa mesmo, eu já tinha pedido ate para vir trabalhar aos sábados e num desses sábados o Doutor me falou que teria compromisso e não poderia me atender, eu poderia vir trabalhar, mas, não haveria expediente na biblioteca. Acabei indo ate para justificar perante a mamãe que lá tinha muito serviço ainda, mas aos sábados quem trabalhava era o meu rabinho e minha boca. Cheguei cedo cumprimentei o Doutor ele pediu que eu ficasse na biblioteca, pois iria receber uma pessoa e ele não queria que ela soubesse que tinha mais pessoas na casa. Fiquei chateado, mas, fui para a biblioteca, comecei a separar as revistas para catalogá-las, ouço o telefone tocar. Dentro de alguns minutos, batidas fortes na porta, a ordem era eu não abrir e não fazer barulho algum, continuei meu trabalho, novamente as batidas e a voz do Doutor pedindo, - Miro abre sou eu - fui abrir a porta ele entrou feito um furacão e foi falando sabe Miro a cada dia que passa fico mais decepcionado com as pessoas que convivo, os únicos que tem palavras e realmente cumprem o que diz é você e sua mãe. Combinei com uma mulher que a receberia hoje e agora na ultima hora ela me liga e diz que não pode vir, levantei cedo me preparei tomei ate uma pílula para não fazer feio e agora nada. Quem vai gostar disso é você, né, agora pode parar de arrumar isso que a festa vai começar hoje você vai receber muita rola, e foi tirando a calça. Eu estava só de short que saiu tão rapidinho que nem vi como, no instante seguinte eu sentia sua língua tentar entrar no meu cuzinho, suas mãos apertando minhas nadegas, mordidas de leve nas popas da bunda. Eu vibrava, me arreganhava todo abri minhas pernas oferecendo-lhe o buraquinho, ele continuava sugando-o, sua vara pulsava parecia que estava elétrica. Virei-me e fui mamar em sua rola super dura, algumas chupadas fortes em sua cabecinha e o leitinho foi despejado em minha garganta, que delicia, mamei mais forte suguei tudo, o Dr. urrava de excitação. Seu pau não amolecia, passou gel no meu buraquinho e no seu pau, aproveitei fiquei de frente para ele e desci, desci e fui descendo ate sentar em suas pernas comecei o que eu gosto de fazer quando meu rabo esta todo preenchido, rebolar para frente e para traz e dos lados, depois cavalgar batendo as nadegas com força nas pernas, ele suava, e falava, assim você me mata safado, que cu guloso, vou acabar de novo, torce, rebola mais, isso, ta muito gostoso vou encher seu cu, vai, assim ohhhh, ta dolorido, ahhhhhh,to gozandoooooo, mexe, mexe, aiiiiiiiiii aaaaaaaahhhhhhhh,gozeei. Continuei rebolando na vara, o leite escorria melando minha bunda e suas pernas eu rebolava e mordia seu pau com o meu rico cuzinho, ele não agüentou e deitou-se no tapete. Fui ao banheiro descarreguei o excesso, fiz uma chuca rápida e voltei. Limpei seu pau e comecei a mamá-lo, logo estava duro de novo, deixei-o bem lubrificado com minha saliva, sentei em cima agora de costas para ele que permanecia deitado, fui ate embaixo de uma só vez, lacei suas pernas com as minhas e deitei-me em cima do Doutor que me agarrou pelos peitos e rolou comigo deixando-me por baixo. Abri ao maximo minhas pernas, facilitando seu trabalho, ele socou a vara no meu buraquinho varias vezes, amassando a minha bundinha redondinha, que estava servindo de travesseiro, depois foi puxando-me e fez com que eu ficasse de joelhos com a cabeça baixa a bunda erguida e bombou como se deve, no meu cu guloso. Antes de gozar tirou de dentro virou-me de novo deixando-me de costas no tapete, ajoelhou-se no meio de minhas pernas ergueu-as ate os ombros e cravou a ferramenta no meu cuzinho que já estava voltando ao seu estado normal. Encostou, forçou, eu também forcei ajudando a entrada triunfante daquele cacete maroto que agora totalmente enterrado crescia dentro de mim e começou a derramar de novo um mar de porra. Eu sugava sua rola com os apertões que meu cuzinho dava, ele completamente exausto, suado pediu arrego, ficou largado no tapete por uns instantes depois foi tomar uma ducha. Quando voltou, eu estava deitado de bruços, com as pernas bem abertas e a bundinha um pouco erguida, refrescando o meu cuzinho e aguardando mais rola. Ele olhou no relógio e ficou assustado, ficamos entretidos na putaria e esquecemos-nos da hora, já tinha passado mais de quarenta minutos da hora da saída e minha mãe devia estar preocupada, pediu que eu me lavasse rápido e foi me levar em casa. No caminho vim segurando a rola que permanecia dura, cheguei a pedir para ele colocá-lo pára fora que eu mamaria nele, mas ele negou-se a fazê-lo. Ela tinha me dado muito leitinho e alegria e deixado meu olhinho ardendo, mas não tinha conseguido acabar com o desejo de mais rola. Chegando a casa, pediu desculpas a mamãe, pelo atraso e disse que a culpa era dele, estávamos tão entretidos no trabalho que nem vimos à hora passar, e ainda temos muito que fazer, tem muito trabalho para ele lá. Mamãe falou que estava preocupada sim, mas, poderia ter ficado lá e adiantado mais o trabalho bastava apenas ter telefonado. O Doutor falou que ainda temos muito tempo para terminar o serviço, que estou indo muito bem, aprendi rápido como fazê-lo ele esta gostando, se me despediu fui tomar banho e lavar meu rabinho com água fria, tava ardendo devido ao excesso de atritos, mas foi gostoso a surra de pau que levei, dei conta do recado, e deixei o bravo deitado e mole. Depois eu conto mais coisas que aconteceu por lá, na boa rolateca.                                


Foto 1 do Conto erotico: Aconteceu na biblioteca

UM FIM DE SEMANA COM UM GAROTO DE 22 ANOS

O mundo gira rapido e nós temos que aproveitar cada momento. Minha amiga me chamou para ir com ela na casa de uma amiga,no feriado. e eu aceitei, a cidade ficava no interior, umas quatro horas de viagem. Pegmos o carro e fomos passar esse ferido lá. Saimos de madrugada, na intenção de aproveitarmos o feriado.
Lá pela seis da manhã chegamos, a sua amiga já estava nos esperando. fui apresentado a ela, e logo a conversa entre ela e eu fluiu magnificamente. O café já estava pronto, enos sentamos a mesa para saboriarmos as delicias que ela preparara para nós. Já no meio do café aparece seu filho,somente de cueca e camiseta, se espreguiça como um gato manhoso semse dar conta que sua mãe estava recebendo visitas.
Sua mãe lhe chama a atenção pelo ocorrido, mas mesmo assim ele finge ue não tá nem aí, e nos comprimenta. Abraçou minha amiga que já a conhecia, e minha amiga me apresenta. Sinto em seu olhar um que de malicia, nos gestos e olhar quando me comprimenta. percebo de imediato uma leve mão boba indo em direção a sua cueca, tentando e já se inssinuando, porem de forma discreta, pois somente eu percebi.
Apresenações feita ele retorna ao quarto e logo depois volta e econtra nós ainda a mesa.´Já vestido dividamente, senta-se a mesa e saboreia o café junto conosco. Ele tinha uma pele alva como leite, olhos claros e musculos ainda em desenvovimento. todavia senti que com seus 22 anos, ele sabia mais que demostrava. Enquanto comiamos seus getos eram do tipo conquistador. Hormonios em ebolição potencializado pelo calor que fazia naquele dia.
Saimos da mesa, e em seguida a copeira veio tirar a mesa, e fomos conversar na varanda da casa, onde o ar estava mais fresco. Enquanto conversarvamos, ele Luan, ficava a um certa distancia de nós,porem nos observa. E de vez enquando via suas insinuações polida em minha direção. Durante todo o dia foi assim, e eu me mantive observano, porem me mantendo distancia, e nem mesmo contribuido com suas insinuações.
Saimos para jantar fora, e na volta já pelas tantas ao chega em casa sua mãe se direge a ele e diz que eu iria dormir em seu quarto. Ele sem demora acata o que sua mãe diz, e me pergunta se eu não me emportaria.. Digo ue não e a seguir ela diz que minha amiga iria dormir com ela. Tudo acertado nos irigimos aos quartos, e percebo que os quartos são bem distante um do outro.
me troca para dormir, e ele tambem. Ficamos conversando sobre coisas trivias, e entre uma cois e outra ele sempre lança uma pergunta de duplo sentido. Saio pela tangente, mais ele continua insistindo. Lá pelas tantas da noite, melor madrugada, ele se queixa do calor, e resolve ir tomar um banho, e na volta ainda molhado sem nemhum pudor ele solta a toalha que estava presa na cintura e começa a se enxugar.
Olho de vez enquando para ele, e ele continua a se insinuar. Deixa a tolha cair, e mesmo após ter tomado banho ainda continua a reclamar do calor. Sua mão vez ou outra começa a acariciar seu membro, e tempos depois uma ereção se faz presente. Caio o color está de mais, que eu estou até com tezão.desse jeito eu não vou conseguir dormir. É eu estou vendo!! e você não vai fazer nada? o que eu posso fazer? que tal chupar um pouquinha minha rola, para começar? Vem chupa um pouquinho!! depois vemos o que faremos.
Sentei na cama, ecomecei a chupa-lo.Uma rola branquinha e nada pequena, enfiei todinha dentro da minha boca, arrancando dele pequenos gemidos de prazer. Em pouco tempo ele tomou conta da situação. começou a me beijar e a lamber meu corpo com tamanha voracidade, quenunca tinha experimentado tal coisa, principalmete de um cara de 22 anos. ele saia fazer as coisas.
Ele chupava meu peito, mina barriga e minhas orelhs. Eu gemia como nunca havia gemido com um cara. Tá gostando né? su safado, e ainda fazendo cú doçe. você vai ver que eu vou faze com você. vou te comer com toda a vontade do mundo. quero sentir minha rola todinha dentro de você, e ver você gemer emcima dela, bem gostoso. voc~eque isso quer? quero sim.
Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, e de vez enquando ele metia o dedo, e eu vibrava com aquilo. era uma delicia!!! se você ta desse jeito, imagina quando minha pica estiver dentro de você!! ele continuava me chupando até eu não aguentar mais e pedir para que ele me enrrabase. por favor me coma Luan, vai me coma!! estava eperando isso, apenas que você etibesse pronto para a minha rol
Ele cuspi em seu pau e coçocou na entradinha do meu cuinho, efoi enfiando bem devagar, e eu ia sentindo cada cm daquela rola entrando, enquanto isso ele ia mordendo e lambendo minhas costas. era uma senssação maravilhosa. Isso luan continua.. está tudo uma delicia... é ta gostando ne seu puto!!! meu puto gostoso.. toma rola toma.. que cuzinho gostoso você tem..hummmmmm toma mais rola...
Seu rebolar de qudril me fazia ir as nuvens, era uma delicia ter aquela rola dentro de mim, eo calor ajudava na libido tanto dele quanto na minha. le tirou aquela rola de dentro de mim, e se sentou em uma poltrona que tinha no canto o quarto, e me disse , vem aqui senta bem gosotoso nesa minha pica, vem ... cavalga aqui.. quero meter a noite toda nesse cuzinho. E eu cavalgava com prazer, ao som dos gemidos dele...
Mudei de posição, e sentei de frente para ele, enquanto eu rebolava emcima de sua rola ele chupava meu peito, e me chamava de cachorra. isso minha cachorra.. rebola mais que eu to gostando. que delicia de cu quentinho.. ambos pingando de suor, e ofegantes, lhe pdi para que ele metesse em mim de quatro, e ele mais que de pressa atendeu. você quer gosar assim né?? sim eu quero.. entao vamos gosar juntinho minha delicia, Quero te comer o fim de semana todo, você vai da para mim? claro que vou... então toma mais rola..
Sentia sua rola enterrada todiha, e ele rebolava seu quadril com perfeita sitonia com meus gemidos. Enquanto ele metia com vontade, eu comecei a contrair a musculatura do meu cu, fazendo ele da perquenas mordidas no pau de Luan. quanto mais eu fazia isso mais ele metia e gemia.. Se você continuar assim eu não vou mais aguentarpor mais tempo, seu filho da puta gostoso. E eu continuava, e le não aguentou, começou a moder meu pescoço e suas enterradas foram ficndo mais fortes e eu tambem não aguentei e comçei a cuspir porra e ele cuspia porra dentro do meu rabo... deliciaaaaaaaaaa dliciaaaaaaaaaaaaa deliciaaaaaaaaa.
extasiados pelo orgasmo caimos sobre a cama, e sem que ele tirasse sua rola de dentro de mim, adormessemos......

Foto 1 do Conto erotico: UM FIM DE SEMANA COM UM GAROTO DE 22 ANOS

Meu Primo e um viadinhu.!!

Sempre tive tesão por comer viadinhos afeminados, e nunca escondi isso de um primo meu o Marcio tambem curtia uma bundinha, eu sou loiro 1,65m 67kg cabelos compridos. e corpo de ciclista, ele moreno 1,80m 90kg fortão.
      Eu estava de boa em casa quando ele passou de bike e me disse que se fossemos a seu sitio, ele tinha arrumado um viadinhu para gente comer.
      Fiquei louco de tesão, como estava calor coloquei um short curto camiseta regata e tenis sem meias p/ ficar mais facil de tirar lógico., peguei minha bike e ja fui com ele, no caminho pegamos umas latinhas de cerveja e seguimaos falando besteiras, sempre que eu perguntava do viadinhu ele dizeia que eu ia gostar só.
    Chegamos no sitio abrimos toda a casa e começamos a tomar umas cervejinhas, eu sentado no sofá e ele meio que nervoso ia e vinha da cozinha sempre desconversando quando eu perguntava do viadinhu.
    Do nada ele me disse.
    -Olha ele vem vindo!!
    Me levantei rapidamente e fui até a janela, quando me debrucei para tentar ver, senti meu primo me agarrar por traz ja de pau duro.
    Sem entender nada tentei escapar, mas a ficha caiu eu não via ninguem no pasto, naquele dia o viadinhu seria eu, tremi, chinguei ele disse que não queria, ai ele me disse no ouvido ainda me segurando bem forte.
    -Eu sempre tive tesão em comer sua irmã mas ela não me da bola e suas pernas são tão lindas como as dela, e você vai ser minha femea no lugar dela.
      Nisso me jogou de no sofa, vindo por cima de mim ja tirando meu short, tentei escapar mas ele é maior e mais forte que eu, me segurou firme, mostrando sua vara que era grande e estava durissima, esta altura eu ja estava tremendo de tesão, me sentia indefeso com a situação e resolvi aceitar, peguei no pau dele e comecei a bater uma punhetinha de leve.
      Ai ele se ajeitou melhor e acabou de tirar minha roupa me deixando peladinho, chupou meu pescoço e pos um dedo na minha bunda, nisso meu pau ficou duro e ele com ar de superioridade disse.
      -já ta gostando né minha femea.!
      Fiquei sem jeito vermelho e não sabia o que fazer, ai ele me fez chupar sua vara, me chamando de Renata nome da minha irmã, quando sua vara estava bem molhadinha ele se levantou, pegou um gel e veio em cima de mim me pondo de 4 no sofá, pos o gel em sua vara.
    Quando ele pos a cabecinha na entrada da minha bundinha entrei em transe fiquei tonto e ja comecei a gosar só de imaginar que seria penetrado, quando me dei por mim ele já estava com a tora inteira dentro do meu CÚ, ele disse que eu fiquei mole quando ele meteu, e estava esperando eu voltar em si, para me comer de acordo, e assim o fez assim que eu falei que não queria mais ele começou o vai e vem cada vez mais rápido, sentia seu saco bater no meu, eu gosava como louco com aquela tora em mim, e ele me chamando de Renata, Renatinha, gostosinha e acabou esplodindo em um goso louco nas minhas costas, nunca imiaginei que poderia gosar tanto sendo a femea da relação, depois de gosar ele me deu um beijo na nuca e pos sua pika de novo no meu CÚ, ficou assim agarradinhu em mim até amolecer.
    Depois me fez umas juras de amor que não entendi até hoje, depois tomamos um banho e fomos para cidade e repetimos esse pega no sito mais umas veses, só que agora vou consiente do que vai acontecer, qual será meu papel na cama.!!EU JA SEI.