Entrei timidamente naquele lugar. Era a primeira vez em minha vida que
procurava por uma profissional do sexo, estava um pouco nervoso. Falei
com a recepcionista do lugar e ela me falou:
- Quarto 13.
-Obrigado,
agradeci meio que de cabeça baixa por causa da timidez. Caminhei a
passos lentos em direção ao quarto citado e preferi não acender a luz.
Fiquei na cama parado, esperando minha acompanhante chegar. Quando vi a
porta do quarto se abrir sussurrei “não acenda a luz, por favor”. A
pessoa que entrara no quartom então, não disse uma palavra sequer,
apenas parou um pouco, acho que ajeitava algo em sua roupa, eu não via
quase nada. Então, sem dizer uma palavra, senti aquele alguém tocar
minha barriga, desceu minha cueca Box e começou a sugar meu pênis
avidamente. Comecei a delirar de prazer, aquela sensação era
maravilhosa, nunca sentira meu pênis na boca de ninguém antes e me
segurava para não gritar de tanto prazer. Com o passar de alguns minutos
me senti a vontade para acariciar o corpo de quem me proporcionava
tamanho prazer e quando toquei aquele busto senti que quem me chupava
não era uma mulher, ERA UM HOMEM!
Fiquei apavorado com
aquela situação, estava fazendo sexo com um homem e apenas depois de
totalmente envolvido e gostando, depois de 4 minutos apenas fui perceber
que estava fazendo sexo com um homem. Tentava apenas esquecer e
aproveitar aquela sensação incrível, mas meu ‘pudor’ falou mais alto,
então sussurrei para meu contratado:
-Eu não contratei um homem, eu escolhi a Ariel.
Ele então desvinculou-se de meu membro e disse:
- Eu sou Ariel.
-Você usa nome de mulher? Isso é propaganda enganosa. – falei.
- Esse é meu nome verdadeiro.
- Não acredito. E agora? Eu não sou gay, ta?
-
Posso acender a luz? Perguntou Ariel, percebi a frustração na sua voz.
Peguei o cobertor e me cobri, consentindo para que ele acendesse a luz.
Quando vi, Ariel, realmente fiquei encantado. Ele era um jovem muito
bonito: Branco, cabelos e olhos castanhos, razoavelmente malhado, uma
média estatura e tinha uma tatuagem tribal enorme nas costas. A beleza
daquele jovem homem me fez repensar no que eu acabara de falar, então
sussurrei:
- Mas já que estamos aqui, podemos continuar, não acha?
Ariel deu um pequeno sorriso de contentamento, acho que também gostava do que estávamos fazendo, ele então perguntou:
- posso deixar a luz acesa? Eu trabalho melhor quando estou vendo o que estou fazendo.
-
Tudo bem, disse eu, me ajeitando para recebê-lo novamente, e tirando
timidamente o cobertor de cima de mim. Arial voltou ao que fazia antes,
dessa vez eu estava mais excitado ao ver quem estava engolindo
suavemente meu pênis. Simplesmente delirava. Foi quando me imaginei
pedindo para fazer algo que nunca ia pedir na minha vida, perguntei
Ariel se eu podia chupá-lo. Ele aparentou leve surpresa e disse, sim
pode, você é quem manda. Ele então sentou-se no sofá e eu timidamente
ajoelhei-me e segurei seu pênis desajeitadamente colocando-o na minha
boca. Comecei gostar quando ele começou a se contorcer de prazer então
vacilei ao tentar enfiar tudo de uma vez em minha garganta e quase me
engasguei. Ele riu sem maldade e disse: - Tá na cara que você não tem
experiência nisso, vai com calma.
Continuei lambendo seu pênis por
mais alguns minutos, mas, estava muito afim de penetrá-lo então, na
mesma poisção em que estava, de joelhos, me levantei já com o meu pênis
em direção a seu ânus. Levantei suas pernas de modo com que ficassem
nos meus ombros e vagarosamente, comecei a socá-lo. Tive algumas
dificuldades em conseguir fazer meu pênis entrar por aquele pequeno
orifício então lambi seu ânus, introduzindo minha língua dentro –coisa
que eu só havia visto antes em filmes eróticos- . Ele lambia o próprio
joelho enquanto eu lambia seu cu e ele dava gemidos de prazer que me
arrepiavam de tão sexy e sugestivos que eram, também acariciava meu
cabelo e fazia caras e bocas que eu achei adoráveis. Levantei-me,
dei-lhe um beijo na boca e comecei novamente a tentar penetrá-lo. Meu
pênis deslizou através de minha saliva espalhada por seu cu e entrei
facilmente, invadi meu Ariel. Ele gemeu um gemido que não distingui se
era mais de dor ou de Prazer, Eu também gemi, aquela sensação de
invadi-lo foi a melhor coisa que senti na minha vida até aquele momento.
Poderia ficar dentro dele pra sempre.
Eu entrava e saía de dentro
de Ariel loucamente, como se fosse a nossa última vez, me senti como um
louco, um nômade no deserto numa fonte após dias sem água saciando a sua
sede. E quanto mais eu me esforçava para entrar dentro daquele ser,
mais ele gemia e ouvir aqueles gemidos me inspiravam a querer mais. O
ritmo era perfeito, o barulho de minhas bolas batendo em suas nádegas,
nossa respiração cada vez mais ofegante, nossos corações acelerados e
nos

Nenhum comentário:
Postar um comentário