quinta-feira, 30 de junho de 2016

Em Busca do Prazer

Entrei timidamente naquele lugar. Era a primeira vez em minha vida que procurava por uma profissional do sexo, estava um pouco nervoso. Falei com a recepcionista do lugar e ela me falou:
- Quarto 13.
-Obrigado, agradeci meio que de cabeça baixa por causa da timidez. Caminhei a passos lentos em direção ao quarto citado e preferi não acender a luz. Fiquei na cama parado, esperando minha acompanhante chegar. Quando vi a porta do quarto se abrir sussurrei “não acenda a luz, por favor”. A pessoa que entrara no quartom então, não disse uma palavra sequer, apenas parou um pouco, acho que ajeitava algo em sua roupa, eu não via quase nada. Então, sem dizer uma palavra, senti aquele alguém tocar minha barriga, desceu minha cueca Box e começou a sugar meu pênis avidamente. Comecei a delirar de prazer, aquela sensação era maravilhosa, nunca sentira meu pênis na boca de ninguém antes e me segurava para não gritar de tanto prazer. Com o passar de alguns minutos me senti a vontade para acariciar o corpo de quem me proporcionava tamanho prazer e quando toquei aquele busto senti que quem me chupava não era uma mulher, ERA UM HOMEM!
        Fiquei apavorado com aquela situação, estava fazendo sexo com um homem e apenas depois de totalmente envolvido e gostando, depois de 4 minutos apenas fui perceber que estava fazendo sexo com um homem. Tentava apenas esquecer e aproveitar aquela sensação incrível, mas meu ‘pudor’ falou mais alto, então sussurrei para meu contratado:
-Eu não contratei um homem, eu escolhi a Ariel.
Ele então desvinculou-se de meu membro e disse:
- Eu sou Ariel.
-Você usa nome de mulher? Isso é propaganda enganosa. – falei.
- Esse é meu nome verdadeiro.
- Não acredito. E agora? Eu não sou gay, ta?
- Posso acender a luz? Perguntou Ariel, percebi a frustração na sua voz. Peguei o cobertor e me cobri, consentindo para que ele acendesse a luz. Quando vi, Ariel, realmente fiquei encantado. Ele era um jovem muito bonito: Branco, cabelos e olhos castanhos, razoavelmente malhado, uma média estatura e tinha uma tatuagem tribal enorme nas costas. A beleza daquele jovem homem me fez repensar no que eu acabara de falar, então sussurrei:
- Mas já que estamos aqui, podemos continuar, não acha?
Ariel deu um pequeno sorriso de contentamento, acho que também gostava do que estávamos fazendo, ele então perguntou:
- posso deixar a luz acesa? Eu trabalho melhor quando estou vendo o que estou fazendo.
- Tudo bem, disse eu, me ajeitando para recebê-lo novamente, e tirando timidamente o cobertor de cima de mim. Arial voltou ao que fazia antes, dessa vez eu estava mais excitado ao ver quem estava engolindo suavemente meu pênis. Simplesmente delirava. Foi quando me imaginei pedindo para fazer algo que nunca ia pedir na minha vida, perguntei Ariel se eu podia chupá-lo. Ele aparentou leve surpresa e disse, sim pode, você é quem manda. Ele então sentou-se no sofá e eu timidamente ajoelhei-me e segurei seu pênis desajeitadamente colocando-o na minha boca. Comecei gostar quando ele começou a se contorcer de prazer então vacilei ao tentar enfiar tudo de uma vez em minha garganta e quase me engasguei. Ele riu sem maldade e disse: - Tá na cara que você não tem experiência nisso, vai com calma.
Continuei lambendo seu pênis por mais alguns minutos, mas, estava muito afim de penetrá-lo então, na mesma poisção em que estava, de joelhos, me levantei já com o meu pênis em direção a seu ânus. Levantei suas pernas de modo com que ficassem nos meus ombros e vagarosamente, comecei a socá-lo. Tive algumas dificuldades em conseguir fazer meu pênis entrar por aquele pequeno orifício então lambi seu ânus, introduzindo minha língua dentro –coisa que eu só havia visto antes em filmes eróticos- . Ele lambia o próprio joelho enquanto eu lambia seu cu e ele dava gemidos de prazer que me arrepiavam de tão sexy e sugestivos que eram, também acariciava meu cabelo e fazia caras e bocas que eu achei adoráveis. Levantei-me, dei-lhe um beijo na boca e comecei novamente a tentar penetrá-lo. Meu pênis deslizou através de minha saliva espalhada por seu cu e entrei facilmente, invadi meu Ariel. Ele gemeu um gemido que não distingui se era mais de dor ou de Prazer, Eu também gemi, aquela sensação de invadi-lo foi a melhor coisa que senti na minha vida até aquele momento. Poderia ficar dentro dele pra sempre.
Eu entrava e saía de dentro de Ariel loucamente, como se fosse a nossa última vez, me senti como um louco, um nômade no deserto numa fonte após dias sem água saciando a sua sede. E quanto mais eu me esforçava para entrar dentro daquele ser, mais ele gemia e ouvir aqueles gemidos me inspiravam a querer mais. O ritmo era perfeito, o barulho de minhas bolas batendo em suas nádegas, nossa respiração cada vez mais ofegante, nossos corações acelerados e nos

O susto

Alguns meses depois que estive na chácara com o Otavio, - leia Feriadão prolongado - ele passou em casa e novamente convidou-me a ir lá de novo ao próximo final de semana, aceitei na hora e marcamos a hora de saída. Sexta a noite ele chegou e rumamos para lá, chegamos por volta das vinte e uma horas, o caseiro e sua esposa já nos aguardava. Jantamos, conversamos um pouco e fomos dormir, ou melhor, trabalhar com o rabinho guloso. Tomei um bom banho, preparei-me e esperei o Otavio na cama com a bundinha para cima, ele saiu do banho e veio com a ferramenta no ponto, dura e pulsante, deitou-se ao meu lado e começou a morder minhas nadegas, a chupar o meu cuzinho, eu rebolava de prazer. Otavio passou gel no seu pau e no meu rabinho, deitou-se em cima de mim, direcionou a verga no orifício e empurrou devagar, eu levantava a bunda, abria ao maximo minhas pernas, e a dengosa abria caminho pelo meu túnel. Enquanto ela deslizava suavemente, eu rebolava e falava coisas deliciosas que ajudavam no desempenho. Atola tudo nesse cu gostoso, vai força nessa vara, é isso que você queria, então aproveita, meu cuzinho adora sua rola, bomba Otavio, massageia que ele gosta, e por ai ia à enxurrada de palavras que eu dizia, mas escutava também ele a falar, você gosta de dar o rabinho safado, eu gosto de comer seu cu, vou arregaçar esse rabo hoje, isso mexe bastante, rebola na vara, morde meu pau, isso, que gostoso. Terminávamos uma já começávamos outra e assim foi ate cansarmos e dormirmos, lambuzados e melados, acordamos com o barulho que a caseira fazia limpando a casa, tomamos um belo banho juntos, onde fiz questão que ele esfregasse minhas costas, enquanto eu pegava o sabonete que muito escorregadio caia a toda hora. Tomamos café e fomos andar pela chácara, a procura de frutas, e nessa andança toda, chegávamos a lugares lindos, na hora registrávamos o local, e numa dessa, chegamos numa área bem arborizada com uma bela grama, e muitas arvores frutíferas, tiramos a roupa e fomos registrar e inaugurar o local. Deitei-me peladinho na grama ergui um pouco o rabo, Otavio veio por traz aprumou a flecha no alvo e forçou, eu sentia a entrada, o peso dele forçava-me a deitar, e ajudava a verga a deslizar, quando acabou de deitar-se em minhas costas, vimos uma enorme cobra rastejando-se vindo em nossa direção, ele falou baixinho ao meu ouvido, fique quieto não se mexa, que ela vai embora sem nos atacar. Eu estava apavorado, com uma cobra no rabo e outra próxima de minha cabeça, ficamos completamente estáticos, ela ficou por alguns instantes bem próximos de nos, depois, virou-se e foi embora. Esperamos ela estar bem longe para nos mexer e falar, e foi ai que percebemos o tamanho do susto, a vara não estava mais dentro de mim, estava escondida dentro do meu rego, meu cuzinho estava travado que nem vento saía, estávamos com frio em pleno sol. Começamos a rir da situação, estava difícil fazer o pau do Otavio voltar a endurecer de novo, batizamos o local com o nome, sucuri, as duas cobras eram grandes, saímos dali e fomos caminhar de novo. Sentamos em baixo de uma arvore, ficamos conversando sobre um monte de coisas e Otavio falou que gostaria de ter uma chácara ou sitio onde pudesse passar os fins de semana, eu me prontifiquei em ir batizar os locais. Ele riu e começou os amasso eu fui direto mamar naquela enorme teta que sempre me dava um leitinho gostoso. Mas, mamei pouco, meu cuzinho falou mais alto, e lubrificado com a saliva do Otavio que o tinha chupado, sentei e desci, ate sentar-me em seu colo. Cavalguei a vontade, depois acabei ficando por baixo e ele acabou de fincar a tora com toda a força e jogou uma enorme quantidade de leite dentro do meu cuzinho. Assim passamos o dia, eu estava doido para ficar a sos com o caseiro, acho que ele também, à noite, numa chance que apareceu ele falou que iria arrumar um jeito para nos. No domingo, logo que levantamos e estávamos tomando café dona Marta avisou-nos que o Antenor seu marido ia levá-la ate a cidade, com a carroça para fazer compras, talvez demorasse um pouco e com isso atrasaria o almoço.Otavio sempre muito solicito prontificou-se em levá-la de carro e perguntou se eu também queria ir, falei que não, ficaria e tentaria ajudar no que fosse possível o Antenor em sua lida diária. Mal eles saíram fomos alimentar os animais e levei no rabo depois que colocamos ração para os cavalos, no mangueirão os porcos me viram eu tomando no coxo, e no galpão eu fiquei de frango assado e o caseiro apreciou o seu prato predileto. Pelados e sentados em cima dos fardos de alfafa, brincamos muito, mamei no pau do caseiro e tomei o seu caldinho, depois mais uma vez ele aprumou seu foguete e veio preencher o vazio que reinava no meu túnel. Socou como mestre, enterrou tudo e ficou no vai e vem massageando o já calejado cu que gosta de estar sempre à disposição de uma boa e saudável vara. Encheu-me o rabo de leite e ficou deitado em cima de mim esfregando-se em minha bundinha, gordinha e apetitosa conforme ele mesmo disse. Estávamos tão entretidos na farra que não ouvimos o barulho do carro, só quando o Otavio buzinou quase na porta do galpão e que pulamos e nos vestimos e cada um pegou alguma coisa para mostrar que estávamos trabalhando. Ajudamos a descarregar o carro, dona Marta foi fazer o almoço, eu estava todo suado, de agüentar a super rola do caseiro, fui tomar uma ducha e Otavio me acompanhou, mas, não deixei cair o sabonete desta vez. Descansei um pouco na rede, almoçamos, e fomos, eu e o Otavio, caminhar um pouco, chegamos ate a cachoeira. Otavio sugeriu que tomássemos um banho naquela água gelada, para descansar o corpo, tiramos a roupa, ele como sempre gosta de fazer juntou-me pelas nadegas e começou apertá-las chegando a ficar de pau duro. Eu me fiz de rogado e pulei na água, ele foi atrás, mas, como estava gelada a água o bilau não resistiu à temperatura e ficou encolhido igual coruja em cima do toco. Comecei a tirar um sarro disso e a rir, ele falou que assim que endurecesse eu ia ver o que é tomar um ferro na bunda. Rimos a vontade, brincamos muito na água, e assim que saímos e nos vestimos, vimos outra cobra deslizar pela areia e entrar na água. Eta semana de susto, saímos dali rapidinho e ao chegar a casa o café da tarde já estava na mesa. Otavio mostrou-se cansado e adormeceu na rede, dona Marta foi cuidar dos seus filhos e fazer a janta para eles, o caseiro convidou-me para ajudá-lo e como bom escoteiro eu fui, fomos buscar lenha na mata. Ele já tinha cortado os pedaços e as deixou secar, fomos só para trazê-las, mas, antes eu peguei num pau duro e grosso, chupei um pouco e depois suei de novo ao guardá-lo no meu guloso cuzinho. O caseiro não cansa de elogiar o meu buraquinho e enfia sua tora ate o talo, sinto que meu cu fica no extremo, muito arreganhado, e para ajudá-lo na entrada faço força como se estivesse evacuando e assim a guardo por inteiro, mas, acabo suando, depois é só rebolar com a tora atolada. Juntamos a lenha, fizemos uma trouxa amarramos em uma vara comprida e a carregamos ate a casa. Otavio estava dormindo na rede nem viu sairmos e nem chegarmos, minha parte de rola já estava completa, meu cuzinho estava dolorido, por agüentar a tora muitas vezes. Otavio levantou tomamos café arrumamos as coisas nos despedimos e pegamos a estrada para a volta, mas, já estamos planejando a próxima visita a chácara. Adorei as cobras, depois eu conto mais.

Certa vez

Certa vez, sai para ir ate uma banca de jornal que há próxima de minha casa, a procura de um DVD. À medida que eu caminhava percebi que alguém me seguia. Sutilmente, olhei e percebi que era um morador próximo, conhecia-o de vista, nunca tínhamos conversado. Continuei minha caminhada agora mais lenta esperando que ele fosse passar por mim, mas, nada ele também diminuiu o ritmo. Fiquei atento, preocupado, imaginando o pior, e segui calmamente até chegar ao meu destino. Comecei a olhar as revistas, a ler os títulos dos jornais, na expectativa de que ele fizesse seu pedido e fosse embora. O jornaleiro veio atender-me, disse-lhe que poderia atender o rapaz eu não estava com pressa, estava olhando para ver se havia o que eu queria. Ao ser atendido, o rapaz sem a menor cerimônia, pediu dois DVDs pornô de relações anais. Estranhei a tremenda cara de pau, mas, fiquei na minha, ele pagou e ficou olhando as revistas e os jornais, e aos poucos foi se chegando a mim, fiquei sem chance de pedir o que eu queria, resolvi ir embora. Sai sem que ele percebesse, comecei a andar apressado, mas, logo escuto alguém correndo e chamando hei, hei, e acabou me alcançando. Poxa nem vi você sair, não achou o que queria? Posso saber o que você estava procurando? Se for algum DVD pode ser que eu tenha, tenho muitos faço coleção disso. Não obrigado, quer ver esses que comprei? Vamos ate minha casa terei prazer em mostrar-lhe os demais, e se for algum que esteja precisando terei o prazer de emprestar-lhe. Aquele rapaz estava insistindo muito, eu estava com uma vontade imensa de assistir os DVDs que ele tinha comprado, eram justamente esses DVDs que eu fui para comprar. Agora estava totalmente indeciso, ou ia até sua casa assisti-los e correr o risco de ser enrabado, ou suportar a enorme excitação que tomava conta de mim e que estava ruindo minha resistência a cada passo que eu dava. Meu cu piscava sem parar, sem perceber comecei a mexer mais os quadris ao andar, e ao chegar a uma esquina com terreno murado, mas, sem construção ele segurou-me e puxou-me para dentro do terreno e lá começou a morder meu pescoço, minha orelha, sua mão procurou logo minha bundinha, começou a apertá-la, fiquei sem forças e entreguei-me as suas caricias. Senti seu pau duro cutucar minhas coxas, ele virou-me fiquei prensado contra o muro enquanto ele se deliciava esfregando sua verga no meu rabinho. Falava no meu ouvido, sempre gostei de sua bunda, deve ser super gostosa, vou enfiar meu pau nela ate o talo, quero ver você rebolar no meu cacete e corria as mãos por todo o meu corpo, deixando-me cada vez mais excitado. Eu já estava gemendo baixinho de excitação, rebolando de encontro a sua verga, tentando encaixá-la no meu rego. Sentia no meu pescoço seu hálito quente, baixei a mão e segurei sua vara por cima da roupa e percebi que se tratava se um belo pau apertei massageei e com isso antecipei nossa saída dali e fomos para sua casa. Ele colocou um DVD e quando as imagens apareceram ele começou a tirar a roupa e pediu que eu ficasse a vontade. Pedi para ir ao banheiro e na volta ele já estava completamente pelado com sua verga dura, massageando-a. Notei um belo exemplar de rola, não sabia se olhava para as imagens de três gays fazendo de tudo, mamando, enfiando os dedos, levando vara no rabo, ou se apreciava o seu belo cacete a poucos centímetros de mim. Senti um arrepio e como um robô tirei a roupa fiquei peladinho também e abocanhei seu pau e mamei com gula. Ele se retorcia no sofá, eu dava um trato na ferramenta sugando-lhe a cabecinha provocando uma enorme excitação. De repente ele levantou-se, deixando-me completamente atônito sem saber o que tinha acontecido, voltou em seguida com um tubo de gel, lambuzou sua verga e o meu buraquinho. Apoiei as mãos no sofá e senti aquela tora encostar-se no meu cuzinho que foi recebendo-a. Ele empurrava a vara eu empurrava a bunda, e com isso a engoli todinha, pude sentir suas contrações e os jatos de leite que ela descarregava dentro do meu cuzinho. Fomos ao banheiro nos lavamos, nem percebemos que o vídeo tinha terminado, ele colocou de novo, ao voltar veio direto no meu pau e começou a chupá-lo deixando-o pronto para enrabá-lo. Lambuzou bastante seu orifício, começou a sentar nele e quando percebeu a entrada da cabeça, escorregou engolindo-o por inteiro, sentando em meu colo. Rebolava, gemia e pedia que eu bombasse no seu rabinho com força, queria sentir seu cu ser massageado. Sem tirar de dentro, viramos o corpo deixando-o de quatro no sofá, e finquei sem dó minha estrovenga no seu rabo. Fazia o movimento de vai e vem acelerado, ele não se continha, gemia e falava - vai caralho, come meu cu bem gostoso, isso, enterra tudo, eu gosto desse pau gostoso, quero mais- mas, não deu para aquentar muito, e logo o atarraquei e prensei-o contra o meu pau que despejou uma enorme quantidade de leite nele. Ele ficou deitado no sofá com a bundinha toda melada, fui lavar-me e na volta o DVD tinha terminado de novo.Só depois disso é que nos apresentamos, fiquei sabendo seu nome, Raul, trabalhava em uma grande empresa, mas, estava de ferias, e contou-me que gostava de comer e ser comido, e que a tempos vem me observando pensando em dar seu cuzinho para mim, nunca esperava que eu tambem fosse bisessual, agora combinamos e toda a semana vou ver DVDs em sua casa, mas, vai levar um tempo enorme para assistir a todos, eles terminam e não vemos. Ontem, quando lá estive ele pediu que eu o penetrasse com o pau lambuzado de geleia de morango, fiz mas, foi aquela meleca danada, eu bombava e a geleia escorria pela bunda, pelas pernas, pelo saco,lambuzou ate o sofa. Cu com sabor e cheiro de morango é muito bom, mas, a sujeira que faz só com banho para tirar. Depois dessa melecada, ele deitou-se de costas e eu o apreciei de frango assado, uma delicia, o cuzinho fica bem na direção do cacete e quanto mais voce enterra, mais ele rebola e o aperta com as pernas. Depois, acabei levando emprestado alguns DVDs para casa e assisto-os sosinho. Depois eu conto mais.

OS JAPAS BONS DE CAMA

GANHEI UMA VIAGEM DOS MEUS PAIS, POR TER CONCLUIDO A MINHA FACULDADE. UMA VIAGEM DE NAVIO PASSANDO POR ALGUNS PAISES DA EUROPA. ERA TUDO QUE EU QUERIA NAQUELE MOMENTO, MALAS PRONTAS E LÁ VAMOS NÓS COM DESTINO AO CAIS DO PORTO DE SANTOS. EMBARQUEI, ACENEI PARA A MULTIDÃO QUE FICAVA E ME DIRIGI AO MEU CAMAROTE.
EM UM DOS CORREDORES, INDO PARA O MEU CAMAROTE,DESAJEITADO COMO SEMPRE ESBARRO EM DOIS PASSAGEIROS ASSIATICOS QUE TAMBEM SE DIRIGIAM A SEUS CAMAROTES.DEMOS RISADAS DO ACONTECIDO, E ELES ME CONVIDARAM PARA EU IR AO CAMAROTE DELES, SIM!! OS DOIS VIAJAVAM JUNTOS.
CHEGANDO LÁ ME ESPANTEI COM O TAMANHO DO CAMAROTE, EM RELAÇÃO AO MEU. UM CAMAROTE AMPLO,BEM DECORADO E CONFORTAVEL,NÃO QUE O MEU NÃO FOSSE, APESAR DE PEQUENO ERA ACONCHEGANTE SIM...
ME OFERECERAM UMA BEBIDA, NOS APRESENTAMOS COMO DEVIA E PASSAMOS A CONVERSAR E A SABORIAR A BEBIDA. LÁ PELAS TANTAS, UM DELES QUE ESTAVA MAIS PERTO DE MIM PASSOU A MÃO EM MEU PAU. EU NEM ME IMPORTEI, E A BRINCADEIRA CONTINUOU, COM A AJUDA DO OUTRO.
AMBOS COMEÇARAM A ME CHUPAR E EM POUCO TEMPO EU ESTAVA PELADO SENDO DEVORADO POR AQUELES DOIS JAPAS. A SENSSAÇÃO ERA INDISCRITIVEL!! TENDO AQUELAS DUAS BOCAS SOBRE O MEU CORPO, ME LAMBENDO E ME CHUPANDO COMO SE EU FOSSE O MELHOR FRUTO DO MUNDO. MEUS URROS E GRITOS IA CADA VEZ MAIS ALTO, E ISSO OS DEXAVAM MAIS ACESSO DE TESÃO.
ENQUANDO UM LABIA MEU BEITO E ME BEIJAVA, QUASE AO MESMO TEMPO, O OUTRO ENFIAVA SUA LINGUA NO MEU CU. EU ME CONTORCIA EM DELIRIOS. EM UM DADO MOMENTO O MAIS FORTE DOS DOIS, JÁ COM SEU MASTRO DURO, ME OFEREÇE PARA QUE EU CHUPE, E EU SEM DEMORA ABOCANHO AQUELA ROLA TODINHA EM MINHA BOCA.
O OUTRO CONTINUAVA A CHUPAR MEU RABO, E AS VEZES ENFIANDO TAMBEM O DEDO. EU ESTAVA DE QUATRO, E UM NA MINHA FRENTE COM SUA ROLA TODINHA EM MINHA BOCA, O OUTRO COMO DISSE, LAMBENDO MEU CUZINHO E MORDENDO MINHA BUNDA.
O QUE CHUPAVA MEU CU, PASSOU PARA FRENTE PARA QUE EU CHUPASSE TAMBEM SUA ROLA, E O OUTRO FOI PARA TRAS DE MIM. UMA DEDADA NO MEU CU, E EM SEGUIDA SENTI SUA ROLA ENTRANDO EM MEU CU, TODA DE UMA VEZ, ARRANCANDO DE MIM UM SONORO HUMMMMMMMMM....
OS DOIS ESTAVA ME DEVORANDO AIND VIVO,S ENTERRADA DO QUE ESTAVA ME COMENDO ERAM CADENCIADAS E FORTES, COMO SE QUIZESSE ENTRAR TODO ELE DENTRO DE MIM. ESTOCADAS E MAIS ESTOCAS ERAM DADA EM MEU CUZINHO, E EU GEMENDO QUASE AOS BERROS.
O QUE EU ESTVA CHUPANO ACENOU PARA O QUE ESTAVA ME COMENDO, E EU SUPUS QUE ELE ESTAVA DISSENDO QUE NAQUELA HORA QUE ERA SUA VEZ, E ELES SE REVEZARAM. O QUE EU CHUPAVA FOI PARA TRAS DE MIM, E FEZ A MESMA COISA. ENTERROU SUA ROLA DE UMA SÓ VEZ EM MEU CU.
ESSE POR SUA VEZ, MAIS QUE O OUTRO ME ARRANCOU MAIS BERROS E URROS, POIS SUAS ENTERRADAS ERAM MAIS INTENSAS QUE O PRIMEIRO. NUNCA PENSEI EM SENTIR TANTA DOR E PRAZER AO MESMO TEMPO. AGORA ELE QUERIA METER EM MIM AO MESMO TEMPO. SENTEI EM UM DELES, E COMECEI A CAVALGAR, E O OUTRO FICOU OLHANDO ESPERANDO O MOMENTO CERTO PARA PODER PARTICIPAR.
DEPOIS DE O OUTRO AREGAÇAR MEU CU COM SUAS ENTERRADAS, O QUE ESTAVA ESPERANDO, SE DIRIGIU PARA JUNTO DE NÓS E COMEÇOU A ENTERRAR SUA ROLA NO MEU CU TAMBEM. AGORA ERAM AMBOS COM SUAS ROLAS ME FUDENDO A TODO VAPOR. A ESSA ALTURA OS GEMIDOS DOS TRÊS ERAM QUASE QUE UNISSOMO.
NUNCA TINHA DADO PARA DOIS AO MESMO TEMPO, ERA UMA EXPERIENCIA IMPAR, ATÉ AQUELE MOMENTO. NOSSO GRITOS E GEMIDOS CADA VEZ MAIS ALTO, FAZIA NOSSOS CORPOS VIBRAREM COMO UMA CANTORA LIRICA TENTANDO QUEBRAR UM COPO DE CRISTAL COM SEU SOM.
O APA QUE ESTAVA POR CIMA DE MIM FOI PARA BAIXO, E EU SENTEI EM SUA ROLA, E O OUTRO TOMO UM POUCO DE FOLEGO E LOGO ENERROU SUA ROLA TAMBEM EM MIM. AS ENTERRADA FORAM FICANDO MAIS FORTES E EU SUSPEITEI QUE AMBOS ESTAVAM PROXIMOS A GOZAREM, E ASSIM FOI..
SEUS CORPOS COMEÇARAM A TREMER EM UM ESPASMO ALUCINANTE, JUNTO COM AS CONTRÇÕES DO MEU CU MORDENDO SUAS ROLAS, E POR FIM TANTO ELES COMEU EU GOZAMOS, EM EMCIMA DE UM DELES E OS DOIS DENTRO DE MIM. CAIMOS ASSIM UM SOBRE O OUTRO E FICAMOS ATÉ NOSSOS CORPOS SACIADOS SE RECUPERAREM.
E DESSA FORMA FOI TODA A VIAGEM, O TEMPINHO QUE TINHAMOS CORRIAMOS PARA O QUARTO PARA NOVAS HORAS DE SEXO E PRAZER. CONSEGUI DAR CONTA DOS DOIS JAPAS INSACIAVEIS, E ELES ASSI FICARAM CONTENTES COM MINHA DISPOSIÇÃO....

Aconteceu na biblioteca

Depois de dois meses trabalhando com o Dr. Wilian, arrumando sua biblioteca (leia O segundo patrão), ainda faltava muita coisa para arrumar e catalogar, mas como não havia pressa mesmo, eu já tinha pedido ate para vir trabalhar aos sábados e num desses sábados o Doutor me falou que teria compromisso e não poderia me atender, eu poderia vir trabalhar, mas, não haveria expediente na biblioteca. Acabei indo ate para justificar perante a mamãe que lá tinha muito serviço ainda, mas aos sábados quem trabalhava era o meu rabinho e minha boca. Cheguei cedo cumprimentei o Doutor ele pediu que eu ficasse na biblioteca, pois iria receber uma pessoa e ele não queria que ela soubesse que tinha mais pessoas na casa. Fiquei chateado, mas, fui para a biblioteca, comecei a separar as revistas para catalogá-las, ouço o telefone tocar. Dentro de alguns minutos, batidas fortes na porta, a ordem era eu não abrir e não fazer barulho algum, continuei meu trabalho, novamente as batidas e a voz do Doutor pedindo, - Miro abre sou eu - fui abrir a porta ele entrou feito um furacão e foi falando sabe Miro a cada dia que passa fico mais decepcionado com as pessoas que convivo, os únicos que tem palavras e realmente cumprem o que diz é você e sua mãe. Combinei com uma mulher que a receberia hoje e agora na ultima hora ela me liga e diz que não pode vir, levantei cedo me preparei tomei ate uma pílula para não fazer feio e agora nada. Quem vai gostar disso é você, né, agora pode parar de arrumar isso que a festa vai começar hoje você vai receber muita rola, e foi tirando a calça. Eu estava só de short que saiu tão rapidinho que nem vi como, no instante seguinte eu sentia sua língua tentar entrar no meu cuzinho, suas mãos apertando minhas nadegas, mordidas de leve nas popas da bunda. Eu vibrava, me arreganhava todo abri minhas pernas oferecendo-lhe o buraquinho, ele continuava sugando-o, sua vara pulsava parecia que estava elétrica. Virei-me e fui mamar em sua rola super dura, algumas chupadas fortes em sua cabecinha e o leitinho foi despejado em minha garganta, que delicia, mamei mais forte suguei tudo, o Dr. urrava de excitação. Seu pau não amolecia, passou gel no meu buraquinho e no seu pau, aproveitei fiquei de frente para ele e desci, desci e fui descendo ate sentar em suas pernas comecei o que eu gosto de fazer quando meu rabo esta todo preenchido, rebolar para frente e para traz e dos lados, depois cavalgar batendo as nadegas com força nas pernas, ele suava, e falava, assim você me mata safado, que cu guloso, vou acabar de novo, torce, rebola mais, isso, ta muito gostoso vou encher seu cu, vai, assim ohhhh, ta dolorido, ahhhhhh,to gozandoooooo, mexe, mexe, aiiiiiiiiii aaaaaaaahhhhhhhh,gozeei. Continuei rebolando na vara, o leite escorria melando minha bunda e suas pernas eu rebolava e mordia seu pau com o meu rico cuzinho, ele não agüentou e deitou-se no tapete. Fui ao banheiro descarreguei o excesso, fiz uma chuca rápida e voltei. Limpei seu pau e comecei a mamá-lo, logo estava duro de novo, deixei-o bem lubrificado com minha saliva, sentei em cima agora de costas para ele que permanecia deitado, fui ate embaixo de uma só vez, lacei suas pernas com as minhas e deitei-me em cima do Doutor que me agarrou pelos peitos e rolou comigo deixando-me por baixo. Abri ao maximo minhas pernas, facilitando seu trabalho, ele socou a vara no meu buraquinho varias vezes, amassando a minha bundinha redondinha, que estava servindo de travesseiro, depois foi puxando-me e fez com que eu ficasse de joelhos com a cabeça baixa a bunda erguida e bombou como se deve, no meu cu guloso. Antes de gozar tirou de dentro virou-me de novo deixando-me de costas no tapete, ajoelhou-se no meio de minhas pernas ergueu-as ate os ombros e cravou a ferramenta no meu cuzinho que já estava voltando ao seu estado normal. Encostou, forçou, eu também forcei ajudando a entrada triunfante daquele cacete maroto que agora totalmente enterrado crescia dentro de mim e começou a derramar de novo um mar de porra. Eu sugava sua rola com os apertões que meu cuzinho dava, ele completamente exausto, suado pediu arrego, ficou largado no tapete por uns instantes depois foi tomar uma ducha. Quando voltou, eu estava deitado de bruços, com as pernas bem abertas e a bundinha um pouco erguida, refrescando o meu cuzinho e aguardando mais rola. Ele olhou no relógio e ficou assustado, ficamos entretidos na putaria e esquecemos-nos da hora, já tinha passado mais de quarenta minutos da hora da saída e minha mãe devia estar preocupada, pediu que eu me lavasse rápido e foi me levar em casa. No caminho vim segurando a rola que permanecia dura, cheguei a pedir para ele colocá-lo pára fora que eu mamaria nele, mas ele negou-se a fazê-lo. Ela tinha me dado muito leitinho e alegria e deixado meu olhinho ardendo, mas não tinha conseguido acabar com o desejo de mais rola. Chegando a casa, pediu desculpas a mamãe, pelo atraso e disse que a culpa era dele, estávamos tão entretidos no trabalho que nem vimos à hora passar, e ainda temos muito que fazer, tem muito trabalho para ele lá. Mamãe falou que estava preocupada sim, mas, poderia ter ficado lá e adiantado mais o trabalho bastava apenas ter telefonado. O Doutor falou que ainda temos muito tempo para terminar o serviço, que estou indo muito bem, aprendi rápido como fazê-lo ele esta gostando, se me despediu fui tomar banho e lavar meu rabinho com água fria, tava ardendo devido ao excesso de atritos, mas foi gostoso a surra de pau que levei, dei conta do recado, e deixei o bravo deitado e mole. Depois eu conto mais coisas que aconteceu por lá, na boa rolateca.                                


Foto 1 do Conto erotico: Aconteceu na biblioteca

UM FIM DE SEMANA COM UM GAROTO DE 22 ANOS

O mundo gira rapido e nós temos que aproveitar cada momento. Minha amiga me chamou para ir com ela na casa de uma amiga,no feriado. e eu aceitei, a cidade ficava no interior, umas quatro horas de viagem. Pegmos o carro e fomos passar esse ferido lá. Saimos de madrugada, na intenção de aproveitarmos o feriado.
Lá pela seis da manhã chegamos, a sua amiga já estava nos esperando. fui apresentado a ela, e logo a conversa entre ela e eu fluiu magnificamente. O café já estava pronto, enos sentamos a mesa para saboriarmos as delicias que ela preparara para nós. Já no meio do café aparece seu filho,somente de cueca e camiseta, se espreguiça como um gato manhoso semse dar conta que sua mãe estava recebendo visitas.
Sua mãe lhe chama a atenção pelo ocorrido, mas mesmo assim ele finge ue não tá nem aí, e nos comprimenta. Abraçou minha amiga que já a conhecia, e minha amiga me apresenta. Sinto em seu olhar um que de malicia, nos gestos e olhar quando me comprimenta. percebo de imediato uma leve mão boba indo em direção a sua cueca, tentando e já se inssinuando, porem de forma discreta, pois somente eu percebi.
Apresenações feita ele retorna ao quarto e logo depois volta e econtra nós ainda a mesa.´Já vestido dividamente, senta-se a mesa e saboreia o café junto conosco. Ele tinha uma pele alva como leite, olhos claros e musculos ainda em desenvovimento. todavia senti que com seus 22 anos, ele sabia mais que demostrava. Enquanto comiamos seus getos eram do tipo conquistador. Hormonios em ebolição potencializado pelo calor que fazia naquele dia.
Saimos da mesa, e em seguida a copeira veio tirar a mesa, e fomos conversar na varanda da casa, onde o ar estava mais fresco. Enquanto conversarvamos, ele Luan, ficava a um certa distancia de nós,porem nos observa. E de vez enquando via suas insinuações polida em minha direção. Durante todo o dia foi assim, e eu me mantive observano, porem me mantendo distancia, e nem mesmo contribuido com suas insinuações.
Saimos para jantar fora, e na volta já pelas tantas ao chega em casa sua mãe se direge a ele e diz que eu iria dormir em seu quarto. Ele sem demora acata o que sua mãe diz, e me pergunta se eu não me emportaria.. Digo ue não e a seguir ela diz que minha amiga iria dormir com ela. Tudo acertado nos irigimos aos quartos, e percebo que os quartos são bem distante um do outro.
me troca para dormir, e ele tambem. Ficamos conversando sobre coisas trivias, e entre uma cois e outra ele sempre lança uma pergunta de duplo sentido. Saio pela tangente, mais ele continua insistindo. Lá pelas tantas da noite, melor madrugada, ele se queixa do calor, e resolve ir tomar um banho, e na volta ainda molhado sem nemhum pudor ele solta a toalha que estava presa na cintura e começa a se enxugar.
Olho de vez enquando para ele, e ele continua a se insinuar. Deixa a tolha cair, e mesmo após ter tomado banho ainda continua a reclamar do calor. Sua mão vez ou outra começa a acariciar seu membro, e tempos depois uma ereção se faz presente. Caio o color está de mais, que eu estou até com tezão.desse jeito eu não vou conseguir dormir. É eu estou vendo!! e você não vai fazer nada? o que eu posso fazer? que tal chupar um pouquinha minha rola, para começar? Vem chupa um pouquinho!! depois vemos o que faremos.
Sentei na cama, ecomecei a chupa-lo.Uma rola branquinha e nada pequena, enfiei todinha dentro da minha boca, arrancando dele pequenos gemidos de prazer. Em pouco tempo ele tomou conta da situação. começou a me beijar e a lamber meu corpo com tamanha voracidade, quenunca tinha experimentado tal coisa, principalmete de um cara de 22 anos. ele saia fazer as coisas.
Ele chupava meu peito, mina barriga e minhas orelhs. Eu gemia como nunca havia gemido com um cara. Tá gostando né? su safado, e ainda fazendo cú doçe. você vai ver que eu vou faze com você. vou te comer com toda a vontade do mundo. quero sentir minha rola todinha dentro de você, e ver você gemer emcima dela, bem gostoso. voc~eque isso quer? quero sim.
Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, e de vez enquando ele metia o dedo, e eu vibrava com aquilo. era uma delicia!!! se você ta desse jeito, imagina quando minha pica estiver dentro de você!! ele continuava me chupando até eu não aguentar mais e pedir para que ele me enrrabase. por favor me coma Luan, vai me coma!! estava eperando isso, apenas que você etibesse pronto para a minha rol
Ele cuspi em seu pau e coçocou na entradinha do meu cuinho, efoi enfiando bem devagar, e eu ia sentindo cada cm daquela rola entrando, enquanto isso ele ia mordendo e lambendo minhas costas. era uma senssação maravilhosa. Isso luan continua.. está tudo uma delicia... é ta gostando ne seu puto!!! meu puto gostoso.. toma rola toma.. que cuzinho gostoso você tem..hummmmmm toma mais rola...
Seu rebolar de qudril me fazia ir as nuvens, era uma delicia ter aquela rola dentro de mim, eo calor ajudava na libido tanto dele quanto na minha. le tirou aquela rola de dentro de mim, e se sentou em uma poltrona que tinha no canto o quarto, e me disse , vem aqui senta bem gosotoso nesa minha pica, vem ... cavalga aqui.. quero meter a noite toda nesse cuzinho. E eu cavalgava com prazer, ao som dos gemidos dele...
Mudei de posição, e sentei de frente para ele, enquanto eu rebolava emcima de sua rola ele chupava meu peito, e me chamava de cachorra. isso minha cachorra.. rebola mais que eu to gostando. que delicia de cu quentinho.. ambos pingando de suor, e ofegantes, lhe pdi para que ele metesse em mim de quatro, e ele mais que de pressa atendeu. você quer gosar assim né?? sim eu quero.. entao vamos gosar juntinho minha delicia, Quero te comer o fim de semana todo, você vai da para mim? claro que vou... então toma mais rola..
Sentia sua rola enterrada todiha, e ele rebolava seu quadril com perfeita sitonia com meus gemidos. Enquanto ele metia com vontade, eu comecei a contrair a musculatura do meu cu, fazendo ele da perquenas mordidas no pau de Luan. quanto mais eu fazia isso mais ele metia e gemia.. Se você continuar assim eu não vou mais aguentarpor mais tempo, seu filho da puta gostoso. E eu continuava, e le não aguentou, começou a moder meu pescoço e suas enterradas foram ficndo mais fortes e eu tambem não aguentei e comçei a cuspir porra e ele cuspia porra dentro do meu rabo... deliciaaaaaaaaaa dliciaaaaaaaaaaaaa deliciaaaaaaaaa.
extasiados pelo orgasmo caimos sobre a cama, e sem que ele tirasse sua rola de dentro de mim, adormessemos......

Foto 1 do Conto erotico: UM FIM DE SEMANA COM UM GAROTO DE 22 ANOS

Meu Primo e um viadinhu.!!

Sempre tive tesão por comer viadinhos afeminados, e nunca escondi isso de um primo meu o Marcio tambem curtia uma bundinha, eu sou loiro 1,65m 67kg cabelos compridos. e corpo de ciclista, ele moreno 1,80m 90kg fortão.
      Eu estava de boa em casa quando ele passou de bike e me disse que se fossemos a seu sitio, ele tinha arrumado um viadinhu para gente comer.
      Fiquei louco de tesão, como estava calor coloquei um short curto camiseta regata e tenis sem meias p/ ficar mais facil de tirar lógico., peguei minha bike e ja fui com ele, no caminho pegamos umas latinhas de cerveja e seguimaos falando besteiras, sempre que eu perguntava do viadinhu ele dizeia que eu ia gostar só.
    Chegamos no sitio abrimos toda a casa e começamos a tomar umas cervejinhas, eu sentado no sofá e ele meio que nervoso ia e vinha da cozinha sempre desconversando quando eu perguntava do viadinhu.
    Do nada ele me disse.
    -Olha ele vem vindo!!
    Me levantei rapidamente e fui até a janela, quando me debrucei para tentar ver, senti meu primo me agarrar por traz ja de pau duro.
    Sem entender nada tentei escapar, mas a ficha caiu eu não via ninguem no pasto, naquele dia o viadinhu seria eu, tremi, chinguei ele disse que não queria, ai ele me disse no ouvido ainda me segurando bem forte.
    -Eu sempre tive tesão em comer sua irmã mas ela não me da bola e suas pernas são tão lindas como as dela, e você vai ser minha femea no lugar dela.
      Nisso me jogou de no sofa, vindo por cima de mim ja tirando meu short, tentei escapar mas ele é maior e mais forte que eu, me segurou firme, mostrando sua vara que era grande e estava durissima, esta altura eu ja estava tremendo de tesão, me sentia indefeso com a situação e resolvi aceitar, peguei no pau dele e comecei a bater uma punhetinha de leve.
      Ai ele se ajeitou melhor e acabou de tirar minha roupa me deixando peladinho, chupou meu pescoço e pos um dedo na minha bunda, nisso meu pau ficou duro e ele com ar de superioridade disse.
      -já ta gostando né minha femea.!
      Fiquei sem jeito vermelho e não sabia o que fazer, ai ele me fez chupar sua vara, me chamando de Renata nome da minha irmã, quando sua vara estava bem molhadinha ele se levantou, pegou um gel e veio em cima de mim me pondo de 4 no sofá, pos o gel em sua vara.
    Quando ele pos a cabecinha na entrada da minha bundinha entrei em transe fiquei tonto e ja comecei a gosar só de imaginar que seria penetrado, quando me dei por mim ele já estava com a tora inteira dentro do meu CÚ, ele disse que eu fiquei mole quando ele meteu, e estava esperando eu voltar em si, para me comer de acordo, e assim o fez assim que eu falei que não queria mais ele começou o vai e vem cada vez mais rápido, sentia seu saco bater no meu, eu gosava como louco com aquela tora em mim, e ele me chamando de Renata, Renatinha, gostosinha e acabou esplodindo em um goso louco nas minhas costas, nunca imiaginei que poderia gosar tanto sendo a femea da relação, depois de gosar ele me deu um beijo na nuca e pos sua pika de novo no meu CÚ, ficou assim agarradinhu em mim até amolecer.
    Depois me fez umas juras de amor que não entendi até hoje, depois tomamos um banho e fomos para cidade e repetimos esse pega no sito mais umas veses, só que agora vou consiente do que vai acontecer, qual será meu papel na cama.!!EU JA SEI.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Coroa tarado me ameaça e me violenta brutalmente

Aconteceu à oito anos atrás. Na época; 46 anos, moreno, baixo, magro, casado e pai de dois adolescentes. Até então; extremamente machista e conservador, jamais poderia um dia, me imaginar numa situação como aquela.
naquele dia; eu viajava rumo ao centro da cidade, sentado no último banco de um ônibus (frescão), quando ao meu lado, sentou-se um senhor (60/65anos), negro, alto, forte, careca, bigodão e vestido num alinhado terno. Fato muito comum; se o ônibus não se encontrasse práticamente vazio e com diversos bancos disponíveis.
 
Pouco tempo após retirar o paletó e pô-lo sobre o colo, começou a roçar insistentemente uma das suas pernas na minha, me deixando bastante irritado e prestes a reagir. mas; ao perceber que usava uma aliança em sua mão esquerda e constatar ser ele também casado, fui tomado por um repentino e estranho desejo. Tão forte; que não me permitia esboçar qualquer reação...
Quando pegou em minha mão e a conduziu por baixo do paletó até o seu colo,estremeci todo ao tocar num enorme e grosso calibre rígido (já fora das calças). Tímidamente agarrei o bicho, sentindo-o pulsar vigoroso em minha mão e passei a punhetá-lo discretamente, durante todo o restante daquela inusitada viagem.
 
já no centro; conforme as suas ordens, saltei no mesmo ponto que ele e o segui em silêncio profundo, até vê-lo entrar numa farmácia e sair com um pequeno embrulho....Caminhamos ainda um pouco mais até entrarmos por uma porta, só me dando conta que estava num hotel, quando já na recepção, presenciava ele pedindo um quarto para nós dois...
Imediatamente após trancar a porta; envolveu todo o meu pequeno e frágil corpo trêmulo com os seus robustos braços, enquanto a sua bôca colava na minha, me sufocando com um interminável e alucinante beijo...Derrepente; eu já me encontrava completamente nú e sentado à beira da cama, diante daquele brutamonte, em pé e vestido apenas com uma fina cueca branca, que realçava ainda mais o seu imenso volume rígido...Puxando a minha cabêça; ordenava-me bedijar e lamber tudo sobre a sua cueca, já bastante melada...
 
Quando finalmente arriou a cueca libertando diante dos meus olhos, um monstruoso e rígido caralho negro (extremamente grande e grosso), aterrorizado; pensei em sair correndo e gritar desesperadamente por socôrro. mas; as suas ordens já soavam de forma assombrosamente ameaçadoras, me deixando apavorado e sem coragem de reação.
 
Após recusar-me veementemente a pôr aquilo na bôca, bastante iritado; jogou-me bruscamente sobre a cama, para imediatamente se posicionar sobre a minha cara e me obrigar a chupar todo o seu saco cabeludo...depois; segurando o bruto trabuco rígido, passou a surrar violentamente as minhas faces com incansáveis lambadas, até me fazer chorar e suplicar para ele parar de bater na minha cara, já terrívelmente castigada pelo seu impiedoso porrête negro...Fez-me abocanhar o bicho que imediatamente alcançou a minha garganta, me fazendo agonizar e lutar desesperadamente, procurando evitar que a rasgasse abaixo, e fatalmente morrer entalado naquela devastadora piroca negra...Fodeu longamente a minha bôca, até começar a extremecer-se todo e quase aos gritos, exigir que eu bebêsse toda a pôrra que despejava abundantemente. Era tanta pôrra; que quanto mais eu engolia, mais ainda a minha bôca se enchia. transbordando e escorrendo pelos cantos, sem que eu pudesse evitar.....
 
OBS: O pior ainda estava por acontecer....Mas; conto muitíssimo em breve.

Os filhos da vizinha

Olá a todos, sou de SP capital, sou um cara normal olhos claro e muito discreto, sou casado, e não dispenso uma putaria entre machos.
Tenho preferência em ser ativo, mas na hora H não tenho distinção entre ser passivo ou ativo, deixo rolar. Vamos ao que mais interessa.
Sogra doente, minha mulher filha única ficou uns dias na casa dela dentro de Sampa mesmo mas como aqui é muito grande e o transito infernal, para elas duas ficava melhor que ela ficasse lá, e levou nosso filho junto. Então estava sozinho em casa.
Tenho uma vizinha que tremendamente gostoso é separada e tem dois filhos que moram com ela, Leonardo e Bruno, e frequentemente viaja a trabalho.
Leonardo o mais velho uns 22 ou 23 anos rapaz bonito, mais muito invocado, por diversas vezes na presença de sua mãe me olhava com cara amarrada, talvez porque notava que quando nos cruzamos não dava pra disfarçar a cara de satisfação que ambos faziam (a mãe era muito gostosa). Bruno uma garoto de 19 ou 20 anos, mas franzinho muito educado e simpatico, muito bonito e bem delicado e por ser franzinho, magrinho e de estatura baixa aparenta menos idade do que tem.
Em uma de suas viagens o Bruno ficou sozinho em casa, pois seu irmão mais velho resolveu ir na casa da avó que por sinal é bem proximo de casa. Durante a semana varias vezes nos encontramos no Hall, hora para pegar o elevador, na hora para colocar o lixo na escada de incêndio, até que percebi que a quantidade de lixo estava até que um pouco exagerada, até que perguntei a ele.
(Eu) – O que é meu rapaz, esta fazendo limpeza, pelo que parece é uma geral mesmo?.
(Bruno) – Estou aproveitando que minha mãe está viajando e o Leo não esta, estou dando uma geral no meu quarto.
(Eu) – Ela vai ficar contente, parece que seu quarto vai sobrar espaço, pois o que esta saindo dele é muito grande (risos) ahahahahaha.
(Bruno) – Só não vai ficar melhor, pois minha prateleira de livros caiu e eu não tenho como fixa-la.
(Eu) – Se você precisar de ferramentas eu tenho bastante, é só pedir.
(Bruno) – Eu não tenho quem me ajude.
(Eu) – E o Leo? Não de ajuda?, mais se precisar de uma força também, estou a sua disposição é só tocar a campainha.
No dia seguinte coincidentemente quanto chego no hall do prédio para subir ao meu apto. Bruno estava lá e segurou a porta, agradeci sua gentileza e subimos os dois conversando eledá uma olhada discarada para minha rola o que me chama atenção olho para meu zíper estava abrindo. Fiquei meio sem graça, mas notei que ele não tirava o olho de minha rola. Para disfarçar um pouco perguntei como estava a limpeza do quarto, ele respondeu que só faltava a fixação da prateleira. Me coloquei a disposição novamente. Chegamos em nosso andar ele mais uma vez olhou para minha rola e sorriso maroto, nos despedimos. Entrei em casa meio encucado com os olhares do vizinho e seu sorriso, e um tesão já fazia uma semana que não dava uma, tomei banho pensei em bater uma punheta pensando nele, mas não bati. Banho tomado coloquei somente a calça do pijama (curto) sem cueca e preparei algo para jantar. E durante o jantar não tirava da cabeça os olhares do garoto e alisava a rola por cima da calça que estava um circo. Depois do jantar, com a rola dura olhei pelo olho mágico se tinha alguém no Hall como estava livre fui colocar um lixinho na escada, Bruno saiu de seu apto de imediato e olho discaradamente para minha rola deu um sorriso maroto, disfarcei e entrei, mal entrei, a campainha soou. Olhei pelo olho mágico era Bruno, abri meio atrás da porta.
(eu) – Oi Bruno. Em que posso ajudar?
(Bruno) – É as ferramentas que estou precisando, você empresta-me? E é pedir muito que você me de uma força para colocar a prateleira no local?
(Eu) – Entra e pega na área de serviço, que vou colocar uma calça e vou com você para te ajudar.
(Bruno) – Por mim não precisa colocar calça nenhuma, assim esta muito bom, e estamos sozinho minha mãe só volta 5ª feira ( era 2ª feira) e o meu irmão também não.
(Eu) – Se não se importa deixa que eu pego as ferramentas e vamos lá. O garoto não tirava o olho da minha rola, que estava meia bomba, mas me controlava. Encostei a porta de meu apto, e fomos para a casa dele em seu quarto, fixei um lado do suporte da bendita prateleira, enquanto segurava o outro lado, pedi para ele pegar uma chave de fenda na caixa que estava aos meus pés, ele não olhava para a caixa ficava olhando para minha rola, ao levantar a mão para me dar a chave esbarrou em minha rola. Aí não perdi a oportunidade.
(Eu) – Essa ferramenta é melhor deixar ele onde esta, e quieta, se mexer ela funciona rapidamente e pode melar a mão de quem esta tocando.
(Bruno) – Ela mela somente a mão, e a boca também? Eu estava segurando a prateleira começou a me chupar por cima do pijama.
(Eu) – Você ta louco garoto, para com isso, falei, mas não sai do lugar e ele continuou, desceu o pijama e sulgava com muita destreza, dei uma ageitada já prateleira pra que não caísse e comecei a curtir. Ele sulgava minha rola colocando suas duas mãos em minha bunda e com o dedo tentava achar meu cuzinho. Eu literalmente fudia sua boca. O garoto era muito experiente em sacanagem em segundos tirou sua camiseta e sua bermuda, ficou em pé quando eu o vi o completamente nu, embora fosse franzino, magrinho mesmo, o garoto tinha uma rola muito grossa. Quando ficou totalmente dura, brinquei com ele que ele ia cair para frente devido a grossura e o tamanho de sua rola. Como disse no inicio, não tenho distinção em ser ativo ou passivo, mas minha admiração se transformou simultaneamente em receio também.
(Bruno) – Embora eu sou mais novo que o Leo e menor de tamanho também, a minha rola é maior que a dele. Mas eu não parava de pensar em como agüentar uma coisa daquela? Meu cu não agüentaria de jeito nenhum agüentar um espessura daquela ia provocar um arrombamento própriamente dito.
Ele se jogou na cama debruço enfiou a cara no travesseiro, perguntei onde tinha camisinha e peguei uma no criado mudo orientado por ele enquanto eu colocava a camisinha ele foi pegou em outra gaveta o KY e me deu.
(Eu) – Você é bem prevenido e tem tudo por aqui, parece que esta sempre pronto para uma transa.
(Bruno) – Nunca sabemos quando vai acontecer. E voltou a ficar de bruços, melei bem a rola e o cuzinho dele me posicionei entre suas pernas coloquei a cabecinha bem na portinha do seu cuzinho e comecei a forçar. A cabeça deslizou, ele disse:-
(Bruno) - Cara tá entrando tudo. Aí. Ai vai com carinho
Ele piscava o cú, e quando ele relaxava, eu forçava mais e entrava mais um pouco. Aos poucos foi entrando, até sentir o pau todo dentro dele.
(Eu) – E ai garotão, esta doendo? e ele disse:
(Bruno) - Mexe um pouco. Quando mexi, ele deu um grito abafado pediu para socar de uma vez (o garoto é bem experiente em dar a bundinha), não agüentei deitei com meu peso e o agarrei e comecei a bombar, ele quiz sair fora, mas eu segurava firme, devido a seu tamanho franzino não tinha como ele escapar então gemia com a cara atolada no travesseiro. Dei um tempo, e ele fungando pediu pra eu parar, quando perguntei o porquê ele falou:-
(Bruno) - Se você continuar eu vou gozar, nesse posição eu não quero gozar.
Parei e tirei o pau, ele se ajeitou de frango assado, posicionei minha rola em seu cuzinho e enterrei em uma única socata la dentro bem no fundo fiquei para, sem movimentos por um instante, olhando para sua carinha de safado. Sem me mexer, comecei a pulsar meu pau dentro daquele cu dele que gemia gostoso, se deliciando de prazer e eu delirava. Ele pediu para eu meter e fuder arrombar seu cú e gozar la dentro, que depois ele queria o meu cuzinho. Gelei pensando "to fudido" mas comecei a bombar mais forte, mas sem pressa movimentava-me para trás, sem deixar a rola sair e depois voltava com força até o fundo fazendo o garoto delirava gemia e falava que estava gostando de ser fodido por um macho. Depois ele já começava a rebolar, como se quisesse mais e mais rápido. Dessa vez tirei todo o meu pau e coloquei a cabeça de novo e soquei até o fundo. Era só prazer, tirei tudo de novo, e soquei de novo em seu cuzinho, e comecei a bombar mais forte e mais rápido:
(Bruno) - Isso meu macho, mete , mete quero sentir você gozando la dentro, Soltei um urro e gozei caindo em cima dele que começamos a nos beijar. Ele me abraçou forte e resmungou no meu ouvido, que agora eu seria sua fêmea.
Sai de cima dele olhei seu pau super duro e apontando pro teto, Bruno me virou de costas e começou a passar a vara no meu rabo, me encoxando, depois enfiou a língua molhada e macia em meu cu piscante. O garoto sabia chupar um rabinho. Lambia, mordiscava e me penetrava com sua língua quente. Não agüentei e comecei a gemer. Suas linguadas iam ficando mais nervosas. Suas mãos abriram completamente minhas bandas da bunda, expondo meu anel por inteiro rebolei em sua cara, ele dizendo que minha bunda era uma delícia, que eu era um tesão. Às vezes, eu ia com a bunda ao encontro de sua lingua. Depois ele pediu para eu virar de barriga para cima, praticamente sentado em meu peito me deu sua rola para chupar era muito grande depois de alguns minuto de chupada ele ficando de joelho começou a foder minha boca literalmente sua rola de tão grande, provocava muita baba pingava no meu pescoço engasgava constantemente tinha que tirar o gigante da boca para respeirar um pouco.
Bruno foi para a borda da cama e pediu para ficar de quatro, e voltou a chupar meu cuzinho, agora totalmente desabrochado. Eu, estava com o pau durissimo o que deixo o Bruno mais safado ainda. Mal ele tirou a língua da minha bunda, pude sentir sua rola já encapada se esfregando no meu rego, subindo e descendo. Vez em quando, a cabeça da pica se encaixava naturalmente no meu cu ele dava pequenas estocadas, eu pedi calma, pois fazia um bom tempo que ninguém me penetrava e sua rola era um monstro, ele pegou um KY enfiou o bico dentro de meu cu e espremeu lubrificante depois pincelou com a própria rola era uma sacanagem deliciosa e carinhosa ele foi ficando cada vez mais ousado nas pinceladas em meu anel, senti que a cabeça de sua pica tinha atravessado meu anel de couro eu sentia somente com um pequeno desconforto ai seu monstro foi deslizando pelas minha entranhas a dentro dilatando por completo meu rabo.Ele começou a falar.
(Bruno) - Que delícia que bunda gostosa! E muito quente, a muito tempo esperava por ela. Fiquei meio alucinado e fui com a bunda empurrando a bunda em direção até sentir aquela rola todinha dentro do meu cuzinho.
Sentia somente uma pequena dor, sentia totalmente preenchido, estava muito bom.
(Bruno) – Ta vendo só devagar e com jeito, não tem buraco estreito. Agora vou te foder, viu?, você vai sentir como é bom transar com um garoto que tem uma diposição e tesão muito grande. O Filho da puta da me pegou então pela cintura e começou a estocar com força, minha vontade era de gritar. Abri bem as bandas da bunda, junto ao rego. O safado percebendo minha putaria, tirou a rola inteira do meu rabo e mandou eu abrir ainda mais as bandas. Minha pregas tinha ido literalmente para a casa do caralho sentia uma vazio dentro do reto.
(Bruno) - Puta cuzão..... Você cvai ver o estrago que fiz.
(Eu) – Para de falar e me arromba, seu puto! Eu não agüento mais tesão, mas quero gozar com você socando na minha bunda. Ele continuou socando com muita força, não agüentei e gozei feito uma cadela. Gemi feito uma puta. Ele tirou sua rola de dentro de mim e se punhetou despejando seu preciso creme no meu cu arrombado. O cheiro de sexo dentro daquele quarto era muito forte.
Exausto, coloquei minha roupa e fui para meu apto. Mal fecho a porta o elevador para, olhei pelo olho mágico e vi que era o Leo que tinha chegado, puta alivio, por segundo ele não nós dá um fraga.
Depois de uns 15 minuto de banho tomado, a campainha toca abro e é o Bruno devolvendo a caixa de ferramentas e com uma cara meio estranha, perguntei se houve alguma coisa. Ele falou que era por causa de seu irmão ter chegado em hora errada que talvez poderíamos aproveitar mais, pois ainda era 2ª feira.



 

Meu pedreiro

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Tenho 32 anos, sempre gostei de ler estes contos com histórias diferentes, mas comigo nunca tinha acontecido nada do tipo, apenas casos comuns na vida de qualquer gay.
Mas até que na semana passada ocorreu algo surpreendente na minha vida.
Comprei um apartamento e resolvi reformar. Contratei um pedreiro indicado por um amigo do meu pai.
Ele não era muito bonito, mas tinha um corpo fenomenal. Um moreno alto e todo peludo, com aproximadamente 36 anos, umas mãos e pés enormes, típicos de peão de obra mesmo!
Senti um tesão enorme no primeiro momento que nos vimos, mas exclui todas as possibilidades, pois ele ser um cara casado, com filhos e bem profissional.
No início da reforma, todas as vezes q eu ia no apartamento, dava uma secada naquele tórax peludo, naquelas mãos enormes e naqueles pés que pareciam de macaco! rsrs Mas com o passar do tempo me acostumei com aquilo e nem reparava mais, até porque a obra estava me estressando muito.
Um dia tirei a tarde para ajudá-lo a instalar uns azulejos, pois era um mosaico e ele não iria acertar fazer como eu queria.
Começamos a colocar o azulejo na parede e conversando de uma forma bem humorada. Ele ficava zoando comigo dizendo q eu não iria acertar fazer nada, q aquilo ali não era p mim.
Ele: vc está se divertindo se sujando todo de cimento não é?
Eu: vc não conseguiria fazer isso aqui sozinho.
Ele: verdade. Tem muita coisa nessa vida que a gente não faz sozinho.
Ele aproveitou o movimento q ele tinha q fazer para encaixar os azulejo que nós estávamos segurando e deslizou sua mão sobre a minha.
Naquele momento eu olhei p ele, ele sorriu e deslizou aquela mão cascuda pelo meu braço e quando chegou no ombro ele me puxou bem devagar para ele, olhando fixamente na minha boca.
Quando encostei naquele corpo suado e naquele cacete já latejando, fiquei excitado imediatamente.
Começamos a nos beijar loucamente, e aquele cheiro de suor de macho trabalhador foi me deixando louco de tesão. Ele tirou minha camisa e deslizava aquelas mãos enormes e cascudas no meu corpo. Ficamos completamente nus, roçando nossos corpos e quando eu estava chupando aquela pica enorme e cabeçuda, ele levantou a perna, colocou o pé na minha cara e me empurrou contra a parede. Era a oportunidade q eu tinha para me deliciar naquele pezão enorme e mais cascudo ainda que a mão. Chupei ele todo, mesmo sujo e cheio de cimento.
Ele me comeu ali mesmo no chão sujo, em todas as posições e gozamos deliciosamente juntos. Esse cara gozou tão gostoso que gemeu tanto e eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim.
Naquela tarde não conseguimos terminar nosso trabalho e marquei para irmos lá no final de semana e repetimos nossa loucura.
Ontem eu fui lá, mas não estávamos sozinhos e fingimos que nada aconteceu.
Vamos ver no que vai dar isso... rsrs...

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Meu delicioso vizinho - Brasilia

Oi, o que tenho para contar aconteceu a cerca de 10 anos mas até hoje penso nele, logo que me mudei para o lago sul, regiao nobre de brasilia, conheci o GUTO fomos logo nos tornando amigos, um dia quando falavamos de sacanagem na piscina dele fizemos uma aposta despropositada, apostamos uma corrida na agua, quam ganhasse poderia pedir oque quisesse, logico que eu perdi. pois bem ele me mandou ir ate o banheiro da sauna quando chegei la ele tirou seu mastro enorme e foi logo socando aquela porra todo dentro da minha boca, acho que chupei como se tivesse em minha boca um grande picolé, sentia ele forçar ainda mais minha boca e garganta até que ele me travou e gozou, nossa como ele gozou me lambuzou todo mas eu continuei chupando, afinal o gosto da porra dele era deliciosa, foi ai que ele me disse ter um quarto no final da casa dele que serva apenas ao caseiro, assim que chegamos ele mandou que eu tirasse sua sunga novamente, e para minha surpresa, seu pau pulou duro para fora pedindo para ser novamente mamado e que delicia de pau para mamar, devia ter uns 18x7 cabeca rosada e um belo saco; chupei ainda por uns 10 minutos enquato esfregava minha bunda nun cabo de enchada que tinha naquele lugar, derrepente ele mandou que eu ficasse de 4 e se possicionol logo atras, que dor mas tb que prazer ele foi socando ate eu sentir suas bolas na minha bunda, quando eu me acostumei ele comecou a fazer movimentos frenéticos de vai e vem eu me sentia uma puta sendo serviciada mas estava adorando a estoria, ele mandou mudar de posicao e me comeu de frango assado e tudo quando senti que ia gozar pedia que o fizesse em minha barriga, para minha sorte ou azar ele era ruim de mira e em vez de gozar em minha barriga acertou em cheio minha cara, fomos tomar um banho de sauna, e ali ainda o chupei novamente so que dessa vez o caseiro dele nos viu e entrou na sauna como se nada estivesse acontecendo eu nao me fiz de rogado ja fui puxando o mastro enorme daquele homem e fazendo tudo o que o GUTO mandava, ai guto que saudade de vc, me liga vai, deixa eu sentir de novo o gosto da sua porra, e se vc nao for o guto mas quiser se divertir me mande um mail, de preferencia com uma foto do seu cacete, tchau

Meu primo

Três anos depois eu estou morado na casa de minha avó, quando meu primo aparece e pedi pra mminha avó se ele pode ficar uns tempo ali minha avó diz que tudo bem mas que só tem um quarto e uma cama de casal e que ele tinha que me prgunta se poderia ficar pois eu já tinha mas tempo eu falei que tudo bem contando que ele me ajuda-se na arumação do quarto. então ele foi na casa dele apanhar algumas roupas e eu fui pro trabalho quando chego a noite encontro tudo arrumado em meu quarto ele virou e falou gostou eu disse que sim, então fui tomar um banho e fui jantar conversei um pouco com minha avó e fui pra cama me deitar, ele ficou conversando um pouco mas e vei se deitar eu me levantei e fui pegar um lençol pra ele, aí ele perguntou pra que nos poderiamos cobri com o mesmo lençol eu falei tudo bem então apaguei a luz e me deitei eu tinha o costume de me deitar pelado mas acabei botando uma cueca ai ele falou engraçado vovó falou que vc tem o costume de durmi pelado e está de cueca eu tbem costumo durmi pelado mas tbem estou de cueca e veja como ele fica e pegou minha mão e colocou encimma do pau dele que estava duro que nem uma pedra ai eu fiquei alizando por cima da cueca então ele colocou ele pra fora da cueca e começou a me alisar eu estremecia todo e lembrava da minha primeira vez com ele, ele tbem estava lembrando de tudo no meu ouvido e falava que estava cheio de saudade que me queria eu fiquei punhetando ele até que ele me virou de bruço e me enfiou sua pica toda em meu cúzinho que delicia isso tudo três anos depois, ele não trabalhava só eu isso nós ficamos umas três semanas fudendo gostoso quando um bela noite depois de fudermos bastante ele virou pra mim e disse que queria dinheiro eu falei que não ia dar pois eu dava minha bunda e meu cú pra ele por que eu o amava. Então ele falou que iria embora pra casa da mãe dele e nunca mas eu iria ter sua pica, no dia seguinte fui pro trbalho quando voltei encontrei um bilhete eu tbem te amo mas sem dinheiro não da tchau se quizer me procure.Nunca procurei ele mas os anos passaram eu já estava casado quando minha cunhada resollveu casar e mandou um convite pros meus familiares e quem apareceu em minha casa meu primo tudo estava uma bagunça pois todos resolveram se arrumarem na minha casa era fila pra tudo foi quando, minha mulher determinou que eu e meu primo foçemos os dois juntos pro banheiro enquato m tomava banho o outro fazia a barba, ai entramos e tiramos a roupas mas sem dar uma palavra eu fiquei de costa pra ele e fui fazer a barba quando ele chegou perto de mim e encostou aquilo que eu mas gostava eu fiz a barba com ele todo dentro de mim ele me chupava e falava no meu ouvido que foi muito burro e que eu poderia ter sido sua mulher pra sempre e que quando soube que eu ia casar quaze foi me pedir pra casar com ele hoje fico pensando nele estou doidinho pra da pra ele mas estamos longe ele se separou, arumou uma outra e veio no estado em que estou morando ele continua um tesão eu quero ele tanto, beijar , chupar e mas tudo esse homem foi o unico na minha vida

Aula pratica



OLÁ,TENHO 18 ANOS E CURSO O TERCEIRO ANO NUMA TRADICIONAL ESCOLA PAULISTA. O QUE VOU CONTAR ACONTECEU HÁ UNS 3 ANOS ATRÁS QUANDO ESTAVA NA OITAVA SÉRIE. UM CERTO DIA DAQUELE ANO, TERIA AS DUAS ULTIMAS AULAS DE BIOLOGIA, E TERIA UM VIDEO. QUANDO GHEGAMOS A SALA DE VIDEO, DESCOBRIMOS QUE O VIDEO SERIA SOBRE REPRODUÇÃO HUMANA E QUE TERIAMOS QUE FAZER UM RELATORIO EM DUPLA SOBRE O VIDEO. A PROFESSORA SORTEOU AS DUPLAS E CAI COM UM DOS MENINOS MAIS ESTRANHOS DA CLASSE, NÃO FALAVA COM NINGUEM ERA MUITO ISOLADO. TODAS AS MENINAS PAGAVAM PAU PRA ELE POR TER UM ROSTO BONITO E UM CORPO DEFINIDO. O VIDEO COMEÇA E ELE FAZENDO ANOTAÇÕES. DE REPENTE, NO VIDEO, COMEÇAM ALGUMAS CENAS UM POUCO MAIS FORTES E COMEÇO A FICAR DE PAU DURO. COMEÇO A ALISAR MEU PAU. TOMEI UM SUSTO QUANDO MEU PARCEIRO TIROU MINHA MÃO E DISSE PARA PRESTAR ATENÇÃO NO VIDEO. FIQUEI ENVERGINHADO MAS PENSEI QUE ELE TIVESSE ESQUECIDO E COMO ESTAVAMOS NO QUANTO DA SALA E ESTAVA ESCURO TIREI MEU PAU PRA FORA E COMECEI A PUNHENTA-LO. MEU PARCEIRO TENTOU DE NOVO TIRAR MINHA MÃO MAS NÃO DEIXEI E DISSE QUE SE NÃO QUERIA VER QUE FICASSE VENDO O VIDEO. MAS EU PERCEBIA QUE ELE NÃO PARAVA DE OLHAR MEU PAU. PERCEBENDO QUE EU HAVIA VISTO A ATENÇÃO DELE SOBRE MEU PAU PEDIU LICENÇA E COMEÇOU A PUNHETA-LO. DEIXEI E COMECEI A DELIRAR UM POUCO. SUSPIRAVA ALTO MAS CONTINHA MEUS IMPULSOS, POIS A SALA ESTAVA LOTADA. O FILME ACABA E ESTAVAMOS SAINDO QUANDO VEJO O "RAPAZ" ENTRANDO NO SAIDA DE INCÊNDIO, FUI ATRAS. ENTREI E TRAVEI A PORTA. ELE DISSE QUE QUERIA CONTINUAR O QUE ESTAVAMOS FAZENDO. COMEÇOU A ABAIXAR MINHAS CALÇAS, TIROU MINHA CUECA E FICOU ALISANDO MEU PAU POR UM TEMPO, ATÉ QUE PARA MINHA "SURPRESA" ELE ABAIXOU E... ABOCANHOU DE UMA SUA VEZ,E OLHA QUE MEU PAU NÃO É TÃO PEQUENO(20X7) FAZENDO MEU PAU PULAR EM SUA BOCA. COMECEI A FUDER SUA BOCA ATÉ QUE GOZEI ALGUNS LITROS DE PORRA EM SUA BOCA. ELE ENGOLIU TUDO E LIMPOU MEU PAU DIREITINHO. DEPOUIS ME DISSE QUE NÃO ERA GAY MAS ESTAVA COM UM TESÃO QUE ELE NUNCA HAVIA SENTIDO. ABAIXOU AS CALÇAS E DEIXOU SEU PAUZINHO (UNS 15 CM) BEM DURINHO PRA FORA. DISSE QUE QUERIA QUE EU CHUPASSE SEU PAU. DISSE QUE QUEM COMEÇOU FOI ELE ENTÃO A "MOCINHA" ERA ELE. ELE ENTÃO LOUCO DE TESÃO COMEÇOU A ESFREGAR SEU PAU NO MEU, E LOUCAMENTE PEDIU PARA SER PENETRADO. HESITEI MAS NÃO RESISTI. ENCOSTEI ELE NUMA LATA DE LIXO DE COSTAS E PEDI PARA ELE ABRIR SUAS NADEGAS COM A MÃO, O QUE ELE FEZ COM GOSTO. DEI UMA PEQUENA SALIVADA NO CU DELE E OUTRA NO MEU PAU. COLOQUEI A CABECINHA E ELE GRITOU. ELE ERA MUITO APERTADO., ACHO QUE QUANDO CAGAVA DOIA DE TAO APERTADO. COMECEI A ENTRAR , ELE IMPLORAVA PARA PARAR, MAS MEU DESEJO ERA MAIOR. SENTI SUAS PREGAS CEDEREM E MEU PAU ENTRAR CADA VEZ MAIS. ELE CHORAVA E EU ENFIAVA. ATÉ QUE ENCHI SEU CU DE PORRA FAZENDO SUAS COXAS FICAREM LAMBUZADAS. DEPOIS AINDA O FIZ LIMPAR MEU PAU COM A BOCA O QUE ELE FEZ COM GOSTO. MAMOU BEM MINHA PIROCA. DEPOIS FOMOS EMBORA E ELE ENTREGOU UM TRABALHO NOTA 10 PARA A PROFESSORA.