Tenho preferência em ser ativo, mas na hora H não
tenho distinção entre ser passivo ou ativo, deixo rolar. Vamos ao que
mais interessa.
Sogra doente, minha mulher filha única ficou uns dias
na casa dela dentro de Sampa mesmo mas como aqui é muito grande e o
transito infernal, para elas duas ficava melhor que ela ficasse lá, e
levou nosso filho junto. Então estava sozinho em casa.
Tenho uma vizinha que tremendamente gostoso é
separada e tem dois filhos que moram com ela, Leonardo e Bruno, e
frequentemente viaja a trabalho.
Leonardo o mais velho uns 22 ou 23 anos rapaz bonito,
mais muito invocado, por diversas vezes na presença de sua mãe me
olhava com cara amarrada, talvez porque notava que quando nos cruzamos
não dava pra disfarçar a cara de satisfação que ambos faziam (a mãe era
muito gostosa). Bruno uma garoto de 19 ou 20 anos, mas franzinho muito
educado e simpatico, muito bonito e bem delicado e por ser franzinho,
magrinho e de estatura baixa aparenta menos idade do que tem.
Em uma de suas viagens o Bruno ficou sozinho em casa,
pois seu irmão mais velho resolveu ir na casa da avó que por sinal é
bem proximo de casa. Durante a semana varias vezes nos encontramos no
Hall, hora para pegar o elevador, na hora para colocar o lixo na escada
de incêndio, até que percebi que a quantidade de lixo estava até que um
pouco exagerada, até que perguntei a ele.
(Eu) – O que é meu rapaz, esta fazendo limpeza, pelo que parece é uma geral mesmo?.
(Bruno) – Estou aproveitando que minha mãe está viajando e o Leo não esta, estou dando uma geral no meu quarto.
(Eu) – Ela vai ficar contente, parece que seu quarto
vai sobrar espaço, pois o que esta saindo dele é muito grande (risos)
ahahahahaha.
(Bruno) – Só não vai ficar melhor, pois minha prateleira de livros caiu e eu não tenho como fixa-la.
(Eu) – Se você precisar de ferramentas eu tenho bastante, é só pedir.
(Bruno) – Eu não tenho quem me ajude.
(Eu) – E o Leo? Não de ajuda?, mais se precisar de uma força também, estou a sua disposição é só tocar a campainha.
No dia seguinte coincidentemente quanto chego no hall
do prédio para subir ao meu apto. Bruno estava lá e segurou a porta,
agradeci sua gentileza e subimos os dois conversando eledá uma olhada
discarada para minha rola o que me chama atenção olho para meu zíper
estava abrindo. Fiquei meio sem graça, mas notei que ele não tirava o
olho de minha rola. Para disfarçar um pouco perguntei como estava a
limpeza do quarto, ele respondeu que só faltava a fixação da prateleira.
Me coloquei a disposição novamente. Chegamos em nosso andar ele mais
uma vez olhou para minha rola e sorriso maroto, nos despedimos. Entrei
em casa meio encucado com os olhares do vizinho e seu sorriso, e um
tesão já fazia uma semana que não dava uma, tomei banho pensei em bater
uma punheta pensando nele, mas não bati. Banho tomado coloquei somente a
calça do pijama (curto) sem cueca e preparei algo para jantar. E
durante o jantar não tirava da cabeça os olhares do garoto e alisava a
rola por cima da calça que estava um circo. Depois do jantar, com a rola
dura olhei pelo olho mágico se tinha alguém no Hall como estava livre
fui colocar um lixinho na escada, Bruno saiu de seu apto de imediato e
olho discaradamente para minha rola deu um sorriso maroto, disfarcei e
entrei, mal entrei, a campainha soou. Olhei pelo olho mágico era Bruno,
abri meio atrás da porta.
(eu) – Oi Bruno. Em que posso ajudar?
(Bruno) – É as ferramentas que estou precisando, você
empresta-me? E é pedir muito que você me de uma força para colocar a
prateleira no local?
(Eu) – Entra e pega na área de serviço, que vou colocar uma calça e vou com você para te ajudar.
(Bruno) – Por mim não precisa colocar calça nenhuma,
assim esta muito bom, e estamos sozinho minha mãe só volta 5ª feira (
era 2ª feira) e o meu irmão também não.
(Eu) – Se não se importa deixa que eu pego as
ferramentas e vamos lá. O garoto não tirava o olho da minha rola, que
estava meia bomba, mas me controlava. Encostei a porta de meu apto, e
fomos para a casa dele em seu quarto, fixei um lado do suporte da
bendita prateleira, enquanto segurava o outro lado, pedi para ele pegar
uma chave de fenda na caixa que estava aos meus pés, ele não olhava para
a caixa ficava olhando para minha rola, ao levantar a mão para me dar a
chave esbarrou em minha rola. Aí não perdi a oportunidade.
(Eu) – Essa ferramenta é melhor deixar ele onde esta,
e quieta, se mexer ela funciona rapidamente e pode melar a mão de quem
esta tocando.
(Bruno) – Ela mela somente a mão, e a boca também? Eu estava segurando a prateleira começou a me chupar por cima do pijama.
(Eu) – Você ta louco garoto, para com isso, falei,
mas não sai do lugar e ele continuou, desceu o pijama e sulgava com
muita destreza, dei uma ageitada já prateleira pra que não caísse e
comecei a curtir. Ele sulgava minha rola colocando suas duas mãos em
minha bunda e com o dedo tentava achar meu cuzinho. Eu literalmente
fudia sua boca. O garoto era muito experiente em sacanagem em segundos
tirou sua camiseta e sua bermuda, ficou em pé quando eu o vi o
completamente nu, embora fosse franzino, magrinho mesmo, o garoto tinha
uma rola muito grossa. Quando ficou totalmente dura, brinquei com ele
que ele ia cair para frente devido a grossura e o tamanho de sua rola.
Como disse no inicio, não tenho distinção em ser ativo ou passivo, mas
minha admiração se transformou simultaneamente em receio também.
(Bruno) – Embora eu sou mais novo que o Leo e menor
de tamanho também, a minha rola é maior que a dele. Mas eu não parava de
pensar em como agüentar uma coisa daquela? Meu cu não agüentaria de
jeito nenhum agüentar um espessura daquela ia provocar um arrombamento
própriamente dito.
Ele se jogou na cama debruço enfiou a cara no
travesseiro, perguntei onde tinha camisinha e peguei uma no criado mudo
orientado por ele enquanto eu colocava a camisinha ele foi pegou em
outra gaveta o KY e me deu.
(Eu) – Você é bem prevenido e tem tudo por aqui, parece que esta sempre pronto para uma transa.
(Bruno) – Nunca sabemos quando vai acontecer. E
voltou a ficar de bruços, melei bem a rola e o cuzinho dele me
posicionei entre suas pernas coloquei a cabecinha bem na portinha do seu
cuzinho e comecei a forçar. A cabeça deslizou, ele disse:-
(Bruno) - Cara tá entrando tudo. Aí. Ai vai com carinho
Ele piscava o cú, e quando ele relaxava, eu forçava
mais e entrava mais um pouco. Aos poucos foi entrando, até sentir o pau
todo dentro dele.
(Eu) – E ai garotão, esta doendo? e ele disse:
(Bruno) - Mexe um pouco. Quando mexi, ele deu um
grito abafado pediu para socar de uma vez (o garoto é bem experiente em
dar a bundinha), não agüentei deitei com meu peso e o agarrei e comecei a
bombar, ele quiz sair fora, mas eu segurava firme, devido a seu tamanho
franzino não tinha como ele escapar então gemia com a cara atolada no
travesseiro. Dei um tempo, e ele fungando pediu pra eu parar, quando
perguntei o porquê ele falou:-
(Bruno) - Se você continuar eu vou gozar, nesse posição eu não quero gozar.
Parei e tirei o pau, ele se ajeitou de frango assado,
posicionei minha rola em seu cuzinho e enterrei em uma única socata la
dentro bem no fundo fiquei para, sem movimentos por um instante, olhando
para sua carinha de safado. Sem me mexer, comecei a pulsar meu pau
dentro daquele cu dele que gemia gostoso, se deliciando de prazer e eu
delirava. Ele pediu para eu meter e fuder arrombar seu cú e gozar la
dentro, que depois ele queria o meu cuzinho. Gelei pensando "to fudido"
mas comecei a bombar mais forte, mas sem pressa movimentava-me para
trás, sem deixar a rola sair e depois voltava com força até o fundo
fazendo o garoto delirava gemia e falava que estava gostando de ser
fodido por um macho. Depois ele já começava a rebolar, como se quisesse
mais e mais rápido. Dessa vez tirei todo o meu pau e coloquei a cabeça
de novo e soquei até o fundo. Era só prazer, tirei tudo de novo, e
soquei de novo em seu cuzinho, e comecei a bombar mais forte e mais
rápido:
(Bruno) - Isso meu macho, mete , mete quero sentir
você gozando la dentro, Soltei um urro e gozei caindo em cima dele que
começamos a nos beijar. Ele me abraçou forte e resmungou no meu ouvido,
que agora eu seria sua fêmea.
Sai de cima dele olhei seu pau super duro e apontando
pro teto, Bruno me virou de costas e começou a passar a vara no meu
rabo, me encoxando, depois enfiou a língua molhada e macia em meu cu
piscante. O garoto sabia chupar um rabinho. Lambia, mordiscava e me
penetrava com sua língua quente. Não agüentei e comecei a gemer. Suas
linguadas iam ficando mais nervosas. Suas mãos abriram completamente
minhas bandas da bunda, expondo meu anel por inteiro rebolei em sua
cara, ele dizendo que minha bunda era uma delícia, que eu era um tesão.
Às vezes, eu ia com a bunda ao encontro de sua lingua. Depois ele pediu
para eu virar de barriga para cima, praticamente sentado em meu peito me
deu sua rola para chupar era muito grande depois de alguns minuto de
chupada ele ficando de joelho começou a foder minha boca literalmente
sua rola de tão grande, provocava muita baba pingava no meu pescoço
engasgava constantemente tinha que tirar o gigante da boca para
respeirar um pouco.
Bruno foi para a borda da cama e pediu para ficar de
quatro, e voltou a chupar meu cuzinho, agora totalmente desabrochado.
Eu, estava com o pau durissimo o que deixo o Bruno mais safado ainda.
Mal ele tirou a língua da minha bunda, pude sentir sua rola já encapada
se esfregando no meu rego, subindo e descendo. Vez em quando, a cabeça
da pica se encaixava naturalmente no meu cu ele dava pequenas estocadas,
eu pedi calma, pois fazia um bom tempo que ninguém me penetrava e sua
rola era um monstro, ele pegou um KY enfiou o bico dentro de meu cu e
espremeu lubrificante depois pincelou com a própria rola era uma
sacanagem deliciosa e carinhosa ele foi ficando cada vez mais ousado nas
pinceladas em meu anel, senti que a cabeça de sua pica tinha
atravessado meu anel de couro eu sentia somente com um pequeno
desconforto ai seu monstro foi deslizando pelas minha entranhas a dentro
dilatando por completo meu rabo.Ele começou a falar.
(Bruno) - Que delícia que bunda gostosa! E muito
quente, a muito tempo esperava por ela. Fiquei meio alucinado e fui com a
bunda empurrando a bunda em direção até sentir aquela rola todinha
dentro do meu cuzinho.
Sentia somente uma pequena dor, sentia totalmente preenchido, estava muito bom.
(Bruno) – Ta vendo só devagar e com jeito, não tem
buraco estreito. Agora vou te foder, viu?, você vai sentir como é bom
transar com um garoto que tem uma diposição e tesão muito grande. O
Filho da puta da me pegou então pela cintura e começou a estocar com
força, minha vontade era de gritar. Abri bem as bandas da bunda, junto
ao rego. O safado percebendo minha putaria, tirou a rola inteira do meu
rabo e mandou eu abrir ainda mais as bandas. Minha pregas tinha ido
literalmente para a casa do caralho sentia uma vazio dentro do reto.
(Bruno) - Puta cuzão..... Você cvai ver o estrago que fiz.
(Eu) – Para de falar e me arromba, seu puto! Eu não
agüento mais tesão, mas quero gozar com você socando na minha bunda. Ele
continuou socando com muita força, não agüentei e gozei feito uma
cadela. Gemi feito uma puta. Ele tirou sua rola de dentro de mim e se
punhetou despejando seu preciso creme no meu cu arrombado. O cheiro de
sexo dentro daquele quarto era muito forte.
Exausto, coloquei minha roupa e fui para meu apto.
Mal fecho a porta o elevador para, olhei pelo olho mágico e vi que era o
Leo que tinha chegado, puta alivio, por segundo ele não nós dá um
fraga.
Depois de uns 15 minuto de banho tomado, a campainha
toca abro e é o Bruno devolvendo a caixa de ferramentas e com uma cara
meio estranha, perguntei se houve alguma coisa. Ele falou que era por
causa de seu irmão ter chegado em hora errada que talvez poderíamos
aproveitar mais, pois ainda era 2ª feira.

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