naquele dia; eu viajava rumo ao centro da cidade,
sentado no último banco de um ônibus (frescão), quando ao meu lado,
sentou-se um senhor (60/65anos), negro, alto, forte, careca, bigodão e
vestido num alinhado terno. Fato muito comum; se o ônibus não se
encontrasse práticamente vazio e com diversos bancos disponíveis.
Pouco tempo após retirar o paletó e pô-lo sobre o
colo, começou a roçar insistentemente uma das suas pernas na minha, me
deixando bastante irritado e prestes a reagir. mas; ao perceber que
usava uma aliança em sua mão esquerda e constatar ser ele também casado,
fui tomado por um repentino e estranho desejo. Tão forte; que não me
permitia esboçar qualquer reação...
Quando pegou em minha mão e a conduziu por baixo do
paletó até o seu colo,estremeci todo ao tocar num enorme e grosso
calibre rígido (já fora das calças). Tímidamente agarrei o bicho,
sentindo-o pulsar vigoroso em minha mão e passei a punhetá-lo
discretamente, durante todo o restante daquela inusitada viagem.
já no centro; conforme as suas ordens, saltei no
mesmo ponto que ele e o segui em silêncio profundo, até vê-lo entrar
numa farmácia e sair com um pequeno embrulho....Caminhamos ainda um
pouco mais até entrarmos por uma porta, só me dando conta que estava num
hotel, quando já na recepção, presenciava ele pedindo um quarto para
nós dois...
Imediatamente após trancar a porta; envolveu todo o
meu pequeno e frágil corpo trêmulo com os seus robustos braços,
enquanto a sua bôca colava na minha, me sufocando com um interminável e
alucinante beijo...Derrepente; eu já me encontrava completamente nú e
sentado à beira da cama, diante daquele brutamonte, em pé e vestido
apenas com uma fina cueca branca, que realçava ainda mais o seu imenso
volume rígido...Puxando a minha cabêça; ordenava-me bedijar e lamber
tudo sobre a sua cueca, já bastante melada...
Quando finalmente arriou a cueca libertando diante
dos meus olhos, um monstruoso e rígido caralho negro (extremamente
grande e grosso), aterrorizado; pensei em sair correndo e gritar
desesperadamente por socôrro. mas; as suas ordens já soavam de forma
assombrosamente ameaçadoras, me deixando apavorado e sem coragem de
reação.
Após recusar-me veementemente a pôr aquilo na bôca,
bastante iritado; jogou-me bruscamente sobre a cama, para imediatamente
se posicionar sobre a minha cara e me obrigar a chupar todo o seu saco
cabeludo...depois; segurando o bruto trabuco rígido, passou a surrar
violentamente as minhas faces com incansáveis lambadas, até me fazer
chorar e suplicar para ele parar de bater na minha cara, já
terrívelmente castigada pelo seu impiedoso porrête negro...Fez-me
abocanhar o bicho que imediatamente alcançou a minha garganta, me
fazendo agonizar e lutar desesperadamente, procurando evitar que a
rasgasse abaixo, e fatalmente morrer entalado naquela devastadora piroca
negra...Fodeu longamente a minha bôca, até começar a extremecer-se todo
e quase aos gritos, exigir que eu bebêsse toda a pôrra que despejava
abundantemente. Era tanta pôrra; que quanto mais eu engolia, mais ainda a
minha bôca se enchia. transbordando e escorrendo pelos cantos, sem que
eu pudesse evitar.....
OBS: O pior ainda estava por acontecer....Mas; conto muitíssimo em breve.

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